sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Detenção de Ángel Mari Telleria evidencia situação de militantes na clandestinidade

Tendo em conta a detenção, ontem, no México, do militante basco Ángel Mari Telleria, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) denuncia a «actividade repressiva do México e do Estado espanhol e reivindica o direito de Ángel a viver em liberdade seja no México ou em Euskal Herria», exigindo, por isso, a sua libertação imediata.

A detenção de Ángel, no estado mexicano de Guajanato, deixa a descoberto a situação vivida pelos militantes bascos que tiveram de fugir de Euskal Herria, afirma o MpA, acrescentando que, se o caso dos refugiados que têm regularizada a sua situação é conhecido, «as misérias que sofrem aqueles que vivem na clandestinidade já passam despercebidas»: a falta de documentação impede-os de aceder a um trabalho digno, aos serviços de saúde ou a condições de vida minimamente estáveis. E, claro, «vivem sob a ameaça constante de ser presos».

A detenção de Ángel, mais de três décadas passadas sobre os factos que lhe são imputados, «mostra que, sem amnistia, a perseguição contra os militantes políticos bascos não terá fim», sublinha o MpA.

«Se não queremos ver morrer nas cadeias os que mais deram pela libertação nacional e o socialismo, devemos interiorizar de uma vez por todas que o trabalho a favor da amnistia não é uma mera opção política, mas sim o dever irrecusável de todo o militante revolucionário», afirma. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Arantza Zulueta, libertada sob fiança
O tribunal de excepção espanhol decretou uma fiança de 20 mil euros para que a advogada bilbaína seja libertada. Arantza encontra-se na cadeia há mais três anos, desde Janeiro de 2014, a centenas de quilómetros de Euskal Herria e em condições severas de isolamento, denunciadas por vários organismos. / Ver: argia

Milhares de pessoas denunciaram montagem policial e jurídica contra jovens de Altsasu

Cerca de 2000 pessoas concentraram-se, hoje, frente ao Parlamento de Nafarroa para exigir a liberdade dos três jovens de Altsasu encarcerados na sequência de uma zaragata, em Outubro, e para denunciar as «montagens policiais, judiciais e mediáticas».
Muitos dos participantes mostraram cartazes a exigir a liberdade dos jovens. Às 19h30, dois membros da plataforma de apoio aos jovens de Altsasu leram um comunicado em que recordaram que, nestes cem dias, os familiares dos detidos percorreram 57 700 quilómetros e gastaram 16 400 euros.

Também os pais e mães dos jovens altsasuarras leram um comunicado sobre a situação dos jovens e sobre a revolta que eles, pais, sentem. No final, fizeram saber que as mobilizações vão continuar e que no dia 8 de Março haverá uma concentração frente ao Palácio da Justiça em Iruñea, a partir das 12h30. / Ver: ahotsa.info

«Os engañan como a vascos»

[De Borroka Garaia] No se sabe seguro pero dicen que la frase «os engañan como a chinos» proceda de la trata de esclavos chinos hacia plantaciones de terratenientes en Cuba cuando ésta era dependiente o quizás de los viajes de Marco Polo hacia China por la ruta de la seda que al portar tanta riqueza de vuelta se elucubraba que los había engañado. En cualquier caso el engaño es la base de casi todo el intercambio comercial (empezando por la plusvalía) por lo que no existe apenas ninguna nacionalidad que esté a salvo de tal engaño.

A la hora de adjudicar frases y visto lo visto, el «os engañan como a vascos» tiene muchos boletos para afianzarse.
[...]
Mientras tanto el regionalismo comanda la CAV y está a la cabeza del gobierno de Nafarroa. La clase burguesa vasca se atrinchera en sus privilegios intocables que precisamente emanan del regionalismo autonómico y la clase trabajadora, en recesión brutal, sin referentes claros actuales ante todo este montaje, por ahora es incapaz de quebrar el engaño. Al mismo tiempo, el apoliticismo se refuerza en la sociedad vasca, el independentismo se retrae para la acción, y la desafección hacia el partidismo institucionalista y a la política profesional crece cada día. La deriva institucionalista del soberanismo, la ve ya todo el mundo menos, evidentemente, los responsables de ello. (BorrokaGaraiaDa)

Solidariedade com Teto, preso galego em isolamento absoluto

Perante a insostível situaçom de soidade absoluta que está a viver o preso independentista Roberto Rodríguez Fialhega, Teto, na cadeia de Villanubla, en Valladolid (a 427km da terra), o Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar dá inicio a umha campanha dende a que se desenvolveram diferentes iniciativas que, ademais das que a continuaçom exponhemos, iremos anunciando no web.

Por meio de um cartaz, que já está nas ruas de algumhas das principais cidades e vilas galegas, pretendemos socializar a alzar a voz contra o ilegal isolamento absoluto no que se atopa Teto. Fazemos um chamamento a espalha-lo, compartilha-lo, cola-lo... que a nossa denuncia chegue a todos os rincóns para entre todas e todos conseguir que política de extermínio psicológico contra o nosso companheiro cese de inmediato.

Também, facilitamos um arquivo pdf para que todas as pessoas solidárias cubrades com os vossos dados pessoais, e depois de cumplimenta-lo e asina-lo nolo fagades chegar escaneado ao correio electrónico ceivar@ceivar.org. Nós encarregaremo-nos de faze-los chegar à Direcçom da cadeia de Villanubla.

A nossa solidariedade é imparável. Teto nom está só! Convidamos-vos a que lho fagades saber enviando-lhe um postal, umhas letras de carinho, forza e solidariedade.

ROBERTO RODRÍGUEZ FIALHEGA
Centro Penitenciario de Valladolid
Carretera del Adanero Gijón, km 94
47071 Villanubla, Valladolid

ADIANTE A GALIZA SOLIDÁRIA!!! TETO LIBERDADE!!! / Ver: ceivar.org

Ver tb.: «Teto, em soidade absoluta durante meses» (ceivar.org)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Manifestação nacional pela libertação dos presos doentes

Com o lema «Berriro gerta ez dadila preso gaixoak kalera» [para que não aconteça outra vez, os presos doentes para a rua], realiza-se no próximo domingo, 26, na localidade guipuscoana de Orereta, uma manifestação nacional pela libertação de Aitzol Gogorza, natural de Orereta, e dos demais presos políticos bascos com doenças graves.
Com a mobilização deste domingo, que parte às 17h30 da Câmara Municipal, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão pretende trazer para as ruas a questão dos presos doentes, chamando a atenção para o facto de que, neste momento, há 22 presos bascos com doenças graves nos cárceres.

Indar Gorri: «Hoy, al igual que hace un año… Muntairik EZ!»

Hoy hace un año los artífices del fútbol moderno, los amigos de las puertas giratorias, los glotones de billetes, los que abrazan la corrupción, todos esos nos señalaron como Banda Criminal. Cuando, y en el momento en el que mas activa teníamos la pelea por las libertades y derechos del aficionad@.
[...]
Hoy después de un año del golpe represivo mas rastrero dado a la afición osasunista, nos alzamos orgullosos de lo que somos. Rojillos incondicionales, habitantes de esta tierra que queremos con orgullosa locura. Abertzales y antifascistas que recogen el testigo dejado por Eladio Zilbeti y otros tantos navarros y navarras, que nos regalaron una pasión y una seña identitaria a la que se debe defender por encima de trepas, golpistas y cuneteros.

Somos los nietos de todos aquellos que regímenes inquisitoriales, fuerzas ocupacionistas y traidores regionalistas han perseguido, pero ahora…ahora las tornas van a cambiar, PRÓXIMO ESTÁ EL DÍA DE LA VICTORIA! 30 urtez Basatiak izaten.

Hoy no nos olvidamos de Adur, Jokin y Oihan, altsasuarras presos por un montaje policial, porque nosotros no dejamos a ningún compañero de grada solo. Estamos unidos y juntos vamos a desmontar este y todos los montajes judiciales, policiales y mediáticos con los que nos quieren condenar, DENOK BORROKARA, DENOK KALERA! (BorrokaGaraiaDa)

«O rosto repelente da verdade»

[De José Goulão] O óbito da solução de dois Estados não foi declarado só agora. A resolução da ONU estabelecendo a partilha da Palestina foi logo sabotada pelo recém-nascido Estado de Israel
[…]
A União Europeia, a ONU, as famílias Bush e Clinton, o próprio Obama sobem então ao palco exibindo consciências virginais, clamando contra o maléfico atrevimento do novo presidente norte-americano. Contudo, eles sabem como ninguém do que fala Trump.
[…]
Trump é o homem escolhido para o actual momento de crise e contradições da desordem capitalista neoliberal. As proclamações trovejantes por ele proferidas, em sintonia com as vontades da teia financeira, económica e política dos lobbies judaicos, confirmam-no – caso houvesse dúvidas. Trump é a verdadeira imagem da América e do capitalismo de hoje. (Abril)

«El Libro (del golpe de Estado) Blanco» (Red Roja)
[De Manlio Dinucci] Es el punto culminante de una larga deriva. El nuevo Libro Blanco de la defensa italiana confirma la opción de la guerra. Sin embargo, la Constitución de la República Italiana repudia la guerra como medio de atentar contra la libertad de los demás pueblos y como modo de solución de conflictos.
[…]
Luego de haber pasado durante 25 años de un gobierno a otro, con la complicidad de un parlamento casi enteramente complaciente o inerte que nunca llegó a discutirlo como tal, esa revisión está ahora a punto de convertirse en ley. Lo que está teniendo lugar es un golpe de Estado blanco perpetrado en el mayor silencio.

«Zeca, sempre»

No dia em que passam 30 anos da morte de Zeca Afonso lembramos a música do professor, autor e músico que esteve do lado certo da História.

Falar de José Afonso (José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos) dispensa apresentações. Já muito se escreveu sobre a sua vida e pormenores dela. Já conhecemos a sua música e, através dela, a realidade do País amordaçado pela ditadura.

Nas muitas linhas que se escrevem sobre esta figura maior da música portuguesa e de intervenção, invariavelmente tropeçamos na sua opção pela não militância. Mas raramente lemos que algumas das suas músicas foram um acto militante de denúncia e de força, de quem sabe que só pela luta é que vamos. / Ver: Abril / Mais info: AJA

«Tinha uma sala mal iluminada»Do álbum Enquanto Há Força (1978).

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sindicatos denunciam mais dois acidentes laborais mortais em Euskal Herria

Um camionista perdeu a vida na segunda-feira, 20, em Ikaztegieta, na sequência de um acidente laboral. Hoje, por iniciativa da maioria dos sindicatos bascos, realizou-se uma concentração na zona industrial de Lanbarren, em Oiartzun (Gipuzkoa), frente à sede da Transportes Insausti, empresa para a qual o caminionista falecido trabalhava, como falso independente.
O sindicato LAB sublinha que, este ano, já morreram oito trabalhadores em acidentes laborais em Euskal Herria. Ontem mesmo, um trabalhador de 43 anos perdeu a vida na empresa Metal Smelting, em Elorrio (Bizkaia).

O LAB já havia alertado para os despedimentos, a deterioração das condições de trabalho e a «política do medo» vigente nesta empresa, e apontado, de igual forma, «a pressão, os ritmos de trabalho ou a ausência de medidas de prevenção». / Ver: LAB e LAB

«Errepresioari autodefentsa | Nueva dinámica contra la represión»

[De Errepresioari autodefentsa] En cuanto a la situación específica de Euskal Herria, hoy y desde hace ya tres o cuatro años nos encontramos en una situación peculiar. Desde que se materializó el cambio de estrategia en Euskal Herria, se ha dado una progresiva desaparición de los mecanismos antirrepresivos existentes, quitando unos pocos barrios y pueblos. Es verdad que los colectivos y personas del movimiento popular esperábamos consecuencias positivas de la nueva fase, pero bien es verdad también que no dando pasos certeros nos hemos sumergido en una situación de bloqueo constante: ataques directos e indirectos por parte de las fuerzas represivas.Ante la situación de Paz Social, los supuestos aparatos de alienación han jugado un papel de primera mano y esto determina consecuencias graves. Los colectivos que trabajamos por el cambio sistemático de fondo, nos encontramos más desnudos que nunca delante del propio sistema.

El discurso radical es practica radical; y a las personas que condicionamos la proyección revolucionaria nos viene de vuelta una a una el marcaje individual. Por ello, debemos articular nuevamente la forma de bloque en el plano ofensivo y defensivo y ante los ataques directos e indirectos generar mecanismos antirrepresivos. Dentro del movimiento popular sin embargo, por encima de las carencias se han antepuesto las expresiones revolucionarias y las posteriores brutales respuestas también. En estas situaciones no previstas han aflorado contradicciones dentro del movimiento popular, pero sobre todo dentro de los sectores de la clase trabajadora en general. Se podría decir que las contradicciones afloran en el momento que una acción en concreto se le atribuye a una fase histórica determinada.
[…]
Queremos transmitir nuestro más profundo rechazo y hacer una clara denuncia de estos hechos, al pueblo trabajador vasco. Junto con esto, con el propósito de materializar la respuesta equivalente podremos en marcha una dinámica a nivel de Euskal Herria con el fin de: empezar a crear redes internas, activar masa entorno a la dinámica y dar una respuesta a los ataques recibidos. Bajo el lema ERREPRESIOARI AUTODEFENTSA el día 10 de febrero comenzaran las jornadas preparadas. Duraran un mes entero y en estas, se explicará las experiencias represivas recibidas desde diferentes colectivos y territorios o se hablara de cómo funcionan los mecanismos represivos ya existentes, repartiéndonos en los diferentes territorios de EuskalHerria. El trabajo político y práctico hecho durante el mes lo plasmaremos en una manifestación nacional el día 11 de marzo, que saldrá de la plaza San Francisco (Iruña) con el objetivo de materializar la respuesta. / LER: BorrokaGaraiaDa [eus./cas.]

«Pablo Pacheco López y la persistencia de la cultura rebelde»

[De Néstor Kohan] El pasado sábado 18 de febrero de 2017 se realizó un bonito, bueno y breve panel con los seis presidentes del Instituto Cubano del Libro (ICL), en el marco del Encuentro de editores y traductores en la XXVI Feria Internacional del Libro. Y digo seis, porque Pablo Pacheco, ya fallecido, no dejó de estar presente, aunque el homenaje a él rendido haya quedado por debajo de su importante obra.

[Nota de La Haine: Pablo Pacheco, además de un gran revolucionario, fue un buen amigo de La Haine. Por eso queremos subsanar en parte ese fallo de los intelectuales cubanos y rendirle el único homenaje que está a nuestro alcance, republicando este artículo aparecido originalmente en La Haine el 8 de julio de 2014, con ocasión de su lamentado fallecimiento.]

El compañero cubano Pablo Pacheco López, además de amigo entrañable, fue (es) precisamente eso. Un ratón erudito de biblioteca, un trabajador y organizador de la cultura detrás de escena, un editor sistemático en la sombra y un rebelde de la cultura revolucionaria comunista internacional. Humilde hasta el límite de la exasperación, de perfil bajo, de hablar bajito, pausado y reflexivo, de sonrisa irónica y caminar cansino, Pablo Pacheco navegaba entre los libros como en su hábitat natural. Su oxígeno era el papel y la tinta. Tenía una biblioteca personal impresionante. Cada estante de su casa albergaba en doble fila los ejemplares más increíbles. Las joyas más preciadas, las ediciones más inesperadas. ¡Todas leídas y transitadas! Cualquier libro que uno sacaba con dificultad del estante más alto e inalcanzable… estaba leído. Los libros no eran para él un adorno, sino su alimento y su sangre, su impulso de vida. / Ver: Cubadebate via lahaine.org

«Manifesto do Partido Comunista» em animação

O «Manifesto do Partido Comunista», de Karl Marx e Friedrich Engels, foi publicado há 169 anos, a 21 de Fevereiro de 1848.

«Manifestoon, Manifesto Comunista» [legendado em português]Excertos do «Manifesto do Partido Comunista», com a ajuda dos cartoons da Disney; uma peça criada pelo cineasta independente Jesse Drew.

Ver tb.: «Manifiesto del Partido Comunista cumple 169 años de su publicación» (PCC)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Sindicatos mobilizam-se contra as privatizações no Osakidetza

LAB, Satse, ELA, CCOO, UGT e ESK realizaram hoje acções de protesto em Gasteiz, Bilbo e Donostia. Para estas organizações sindicais, é necessário voltar às ruas até que os responsáveis do Serviço Público de Saúde basco mudem de atitude.

Os sindicatos que representam os trabalhadores no Osakidetza afirmam que «se viram obrigados a regressar às mobilizações contra as privatizações», tendo em conta os anúncios de privatização de vários serviços nos hospitais de Urduliz, de Leza e de Eibar.

O Osakidetza «mantém a aposta estratégica na privatização» e as organizações sindicais deixaram claro que vão lutar contra isso, na medida em que «as sociedades com maiores níveis de privatização na Saúde são as que maiores níveis de desigualdade apresentam no acesso aos serviços de saúde», sublinham.

Ao invés do Osakidetza, que «defende os privados em detrimento do bem comum», os sindicatos apostam na «igualdade», e para tal é «imprescindível o reforço da Saúde pública», salientam. / Ver: LAB e aseh

AN espanhola confirma acusação de «terrorismo» para 3 jovens de Altsasu

O tribunal de excepção espanhol confirmou, ontem, a incriminação de três jovens de Altsasu que haviam sido acusados de «terrorismo», pela juíza Carmen Lamela, na sequência de uma zaragata com dois pikolos e suas companheiras, ocorrida em meados de Outubro, num bar da localidade navarra.

O tribunal espanhol, que ainda não apreciou os recursos dos demais processados neste caso, indeferiu os que haviam sido apresentados pelas defesas dos três jovens agora incriminados.

Foram os juízes Ángela Murillo (uma velha conhecida), Carmen Paloma González e Juan Francisco Martel que confirmaram a acusação de Lamela, a juíza de instrução, de acordo com a qual os factos constituem um «crime de terrorismo».

Lamela, que terminou no início deste mês a instrução do processo contra os nove incriminados, deu ordem de prisão a sete deles, na sequência de uma intensa campanha mediática de intoxicação. Mais tarde, decretou a libertação de quatro jovens. / Ver: eitb.eus e europapress

Descolonizando a Educação boliviana [vídeo]

Vídeo realizado pelos elementos da Brigada da Askapena que esteve na Bolívia em 2016.

«Boliviako hezkuntza deskolonizatuz» [Askapena]2016ko brigadistek eginiko bideoa Bolivian ezaguturikoaren inguruan. / Ver: askapena.org

«CETA, um acordo ao serviço das transnacionais»

Negociado à revelia dos povos, o CETA foi apresentado pela CE, na sua versão definitiva, de 1600 páginas, no início de 2016. Para os seus detractores, o acordo de livre comércio entre a UE e o Canadá reveste-se de um grande significado, na medida em que responde aos interesses das transnacionais das potências capitalistas, criando estruturas supra-nacionais que ajudam a vergar quaisquer resistências de âmbito nacional e a impor e a consolidar o seu domínio. A questão é, pois, a da prevalência da concentração capitalista e a da defesa dos interesses das transnacionais sobre os direitos dos trabalhadores e dos povos, e a soberania dos estados. (Abril)

Raduan Nassar: «Vivemos tempos sombrios, muito sombrios» (Abril)
A cerimónia de entrega do Prémio Camões ao brasileiro Raduan Nassar, na sexta-feira, ficou marcada pelas duras críticas que o escritor dirigiu, na sua intervenção, ao Governo golpista e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Raduan Nassar, considerado um dos maiores escritores vivos da língua portuguesa e a quem o júri do Prémio Camões 2016 atribuiu a distinção por unanimidade, em Maio do ano passado, recebeu ontem o prémio, em São Paulo. No decorrer da cerimónia, Nassar fez uma leitura muito crítica do actual cenário brasileiro: «Vivemos tempos sombrios, muito sombrios», disse.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O preso doente Aitzol Gogorza abandonou a greve de fome

O preso de Orereta (Gipuzkoa) pôs hoje fim à greve de fome que iniciara na quinta-feira passada, segundo apurou o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) junto do seu irmão.

Tal como na greve de fome que fez em Agosto do ano passado, Aitzol, gravemente doente, iniciou este protesto para reivindicar o cumprimento da pena em casa. O MpA sublinha que a prisão é incompatível com a sua condição clínica e que, tal como ocorre com os outros presos doentes, agrava a sua situação.

Como nos últimos meses tem havido muitas notícias más a este nível - relativas a tareias e agravamentos do estado de saúde dos presos -, o MpA mantém a manifestação convocada para este domingo em Orereta, para reivindicar a liberdade dos presos doentes. A mobilização parte às 17h30 da Câmara Municipal.

Com Oier Gómez, uma lista de 13 presos
A associação Jaiki Hadi revelou que actualmente há 13 presos com doenças graves – são 22 no total, mas alguns não querem divulgar a sua situação. O gasteiztarra Oier Gómez é o último caso conhecido. Tem sarcoma de Ewing: tumor ósseo maligno, com metástases. Há cinco anos já lhe tinha aparecido um cancro, que passou; o actual é mais grave, segundo revelou a associação Jaiki Hadi.

Os membros da associação denunciaram que «a saúde dos presos continua a piorar e que não estão a ser tomadas quaisquer medidas para fazer frente a esta situação. Mais, o encarceramento é totalmente desadequado ao controlo e à cura das doenças graves». Fizeram um apelo a médicos, autoridades prisionais e juízes, responsáveis por estes presos para que encaminhem a situação «antes que seja tarde». / Ver: Berria e amnistiAskatasuna 1 e 2

Há 14 anos, fecharam o «Egunkaria»

Dia 20 de Fevereiro de 2003. A Guarda Civil encerra o Egunkaria [durante treze anos, o único jornal inteiramente publicado em língua basca]. Faz hoje 14 anos. Os responsáveis do diário foram presos e torturados.

Ver: «Hamalau urte 'Egunkaria' gabe» (Berria)

Os insultos de Acebes e de vários jornalistasO ministro Angel Acebes a explicar a operação policial: «é uma operação em defesa e protecção dos direitos e das liberdades dos bascos, da sua cultura, do seu pensamento e da expressão da sua língua em liberdade.»

Fermin Muguruza faz frente aos «progres», em defesa do EgunkariaA 10 de Abril de 2003, na VII edição dos Prémios da Música, em Madrid.

Entrevista de Bashar al-Assad à TF1 e à Europe 1

Entrevista na íntegra, do presidente da República Árabe da Síria, aos jornalistas do canal de televisão e do canal de rádio franceses.

Acessível, em inglês, na agência noticiosa SANA
Acessível, em castelhano, em voltairenet.org
Acessível, em francês, em voltairenet.org

Euskal Herriaren Siriar Herriarekiko ElkartasunaSolidariedade do País Basco com o Povo Sírio. / Carrega, Bashar! Síria vencerá!

«O Estado apresenta as suas armas» [Brasil]

[De André Antunes] O golpe consumado no Brasil não foi um golpe militar. Mas no ambiente que o governo Temer criou e nas medidas que toma para impor a sua política de austeridade antipopular e repressiva surgem crescentes sinais de um processo de militarização do Estado. Processo que se enquadra nas contradições da própria Constituição de 1988, que atribuiu às forças armadas um papel de «garantia da lei e da ordem». (odiario.info)

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Pelo direito à habitação, absolvição para os de Sarasate

Na sexta-feira, 12 pessoas tiveram de comparecer no Tribunal de Iruñea, incriminadas na sequência da ocupação de um edifício abandonado no Passeio Sarasate. No exterior, realizou-se uma concentração para exigir a sua absolvição e o movimento popular denunciou a «forte repressão» a que foi submetido.

A 8 de Outubro último, teve lugar na capital navarra uma acção de protesto contra a mercantilização da habitação, no decorrer da qual um grupo de jovens ocupou um edifício abandonado no Passeio Sarasate.

Na altura, foram detidas três pessoas; recentemente, mais nove foram intimadas a responder pelas «acusações de usurpação, atentado à autoridade e resistência». Na sexta-feira, os 12 jovens tiveram de depor em tribunal.

À entrada do tribunal de Iruñea, concentraram-se vários membros do movimento popular em defesa do direito à habitação e da absolvição dos incriminados; fizeram um apelo à unidade para fazer frente à «dura repressão». / Ver: Berria e ekinklik.org

Ver tb: «12 incriminados por questionarem a mercantilização da habitação em Iruñea» (aseh)

«¿Qué tiene que ver el Kit-Kat con el proceso de paz vasco?»

[De Borroka Garaia] En principio no existe ninguna relación entre una chocolatina y un proceso de paz. Además hay que tener en cuenta que la chocolatina existe y se puede comprar en cualquier sitio mientras que el proceso de paz vasco no existe a pesar de que se intente vender por cualquier lado. Ya que el punto de partida de todo proceso de paz es la implicación de todos los actores que operan en un determinado conflicto. Lo cual generalmente da paso a un acuerdo político que tratará de solventar las causas de la falta de paz.
[…]
De la misma manera que en ningún aspecto político, social o económico pueda existir tal neutralidad. Ya que la historia hasta hoy nunca ha conocido, ni conocerá el resultado neutral. O domina la burguesía o domina la clase trabajadora. O domina la opresión nacional o domina la soberanía de los pueblos.

No existe situación intermedia alguna de opresión nacional con soberanía ni dictadura de la burguesía proletaria. O lo que es lo mismo, no existen conciliación de clases alguna, aunque todos concilien, siempre alguien ostentará el poder y por tanto estará por encima. Por ello el objetivo del imperialismo y el capitalismo es la conciliación de clases y pueblos bajo su mandato y en su ausencia, la guerra declarada bajo cualquier formato. (BorrokaGaraiaDa)

«Podemos es un camino hacia ninguna parte, una formación sin voluntad transformadora»

[Ángeles Maestro, da Red Roja, e Manuel Medina, professor de História e colaborador assíduo do Canarias Semanal, analisam o II Congresso do Podemos]
Entrevista a Ángeles Maestro y Manuel Medina sobre Vistalegre II from La primera a la izquierda. C-S on Vimeo.
El pasado fin de semana tuvo lugar en la plaza de Vistalegre (Madrid), el II Congreso de la organización política Podemos. En realidad, no fue en el marco de ese Congreso donde se produjeron los truculentos enfrentamientos entre las diferentes facciones de la dirigencia de la formación, que le dieron mayor relevancia al evento.

Gracias a la extraordinaria escenificaciónque tuvieron esos desencuentros, quienes no pertenecen a esa organización, ni en calidad de militantes ni de «inscritos», pudierontener noticias de los motivos aparentes que provocaron esas mediáticas peleas precongresuales,inéditas en toda la historia política española. / Ver: lahaine.org

Kuraia – «Egunsentian»

Dos Kuraia. Tema do álbum Kuraia (2001). Itzela! [Letra / tradução]

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Denunciada situação extrema dos presos políticos Aitzol Gogorza e Arantza Zulueta

Tal como anunciou ontem, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) levou hoje a cabo uma concentração frente à cadeia de Basauri (Bizkaia) para exigir a libertação imediata de Aitzol Gogorza, preso gravemente doente que ontem entrou em greve de fome para denunciar a sua situação – tal como o fizera em Agosto do ano passado.

Por seu lado, a plataforma Arantza SOS deu hoje uma conferência de imprensa em Bilbo para denunciar o agravamento da situação da advogada e presa política basca Arantza Zulueta.

A biscainha está encarcerada há mais de três anos na cadeia de Puerto III (Cádiz), em condições extremas de isolamento, e, pese embora terem sido decretadas, este mês, medidas para alterar esse quadro, tal não se verificou; inclusive, a sua situação até se agravou, denunciaram. / Ver: amnistiAskatasuna e eitb.eus

Jean Pierre Harokarene foi libertado
Numa nota, a Etxerat revelou que o preso político basco Jean Pierre Harokarene foi libertado ontem de manhã. Saiu da cadeia de Soria e, expulso do Estado espanhol, foi conduzido pela Polícia até à fronteira de Behobia, em Pausu.

«Estamos a preparar uma grande jornada pela liberdade de expressão para 8 de Abril em Bilbo»

[Entrevista do Boltxe Kolektiboa a Boro, de La Haine (lahaine.org), em castelhano] Boro, ou Boro do La Haine (BLH), amigo do Boltxe, é um militante activo da contra-informação em Euskal Herria. O seu trabalho, as suas reportagens lembram-nos daquilo que Malcolm X nos disse: «Se não tiveres cuidado, a imprensa far-te-ão odiar os oprimidos e amar os opressores».

Preso por diversas vezes por causa do seu trabalho de contra-informação, Boro será julgado em breve e sobre ele pende a espada ameaçadora da mal chamada justiça espanhola.

Estivemos com ele e colocámos-lhe várias questões. / Ler: boltxe.eus ou lahaine.org

«¡Viva la lucha de los estibadores!»

[De Pablo Hasél] Cuanto más teme algo la burguesía, más saña en la manipulación, de ahí que inviertan tantos millones en propaganda anticomunista. Para deslegitimar su lucha, tienen la falta de escrúpulos de llamarlos privilegiados. El año pasado cuatro estibadores perdieron la vida trabajando y decenas más sufrieron «accidentes laborales» mientras sus patrones, los verdaderos privilegiados, se enriquecían tramando graves recortes en sus derechos. (lahaine.org)

«Lei da rolha» (avante.pt)
[De Anabela Fino] Em finais de 2016, quando o Parlamento Europeu aprovou uma resolução advogando que a UE tem de combater as «campanhas de desinformação e propaganda» de países como a Rússia e de organizações como o Daesh ou a Al-Qaeda, poucos criticaram a insólita equiparação de órgãos de comunicação russos com grupos terroristas como o Estado islâmico.
[...]
A avaliar pela «coincidência» de artigos surgidos em simultâneo na BBC, Times e Independent, visando desacreditar a agência Sputnik, o plano está em marcha.
[...]
Em democracia, diz-se, não há censura. Pois não. A lei da rolha é que vai mudando de nome.

«Abuela Grillo»: curta-metragem sobre água, ambiente e capitalismo

Curta-metragem produzida por The Animation Workshop, de Viborg, Dinamarca. Divulgamos esta bela curta-metragem, criada por The Animation Workshop, Nicobis, Escorzo e a Comunidade de Animadores Bolivianos, e que conta com a interpretação musical de Luzmila Carpio. / Ver: Diário Liberdade