quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Guggenheim culpado e instituições responsáveis por situação precária dos educadores

Os educadores do Museu Guggenheim, em Bilbo, realizaram ontem o sexto dia de greve para lutar contra a precariedade e exigir estabilidade nos postos de trabalho.

Ao meio-dia, os trabalhadores realizaram uma concentração frente ao museu, que contou com o apoio da secretária-geral do LAB, Ainhoa Etxaide, e distribuíram panfletos a quem passava, informando sobre as condições de trabalho que enfrentam.

Os 18 trabalhadores, subcontratados à empresa Manpower, voltaram a denunciar a atitude de bloqueio por parte do museu e das instituições no que respeita à busca de uma solução para a sua situação, e explicaram que não foram contactados desde o dia 3 de Agosto, quando ocorreu a última reunião.

Assim, estes funcionários anunciaram que vão prosseguir a luta, mantendo agendadas as paralisações para os dias 26 e 30 de Agosto e 1 de Setembro. Se não houver avanços neste processo - melhores salários e condições de trabalho, fim da precariedade -, os trabalhadores não excluem a hipótese de iniciarem uma greve por tempo indeterminado. No «museu da excelência, contrata-se low cost». / Ver: uriola.eus / Mais info: aseh

Junta Eleitoral de Gipuzkoa considera que Arnaldo Otegi não pode ser candidato

A Junta Eleitoral guipuscoana pronunciou-se hoje sobre a candidatura de Arnaldo Otegi (EH Bildu) a lehendakari. Tal como a Procuradoria da AN espanhola, a Junta considera que Otegi não pode ser candidato.

A Junta Eleitoral Territorial de Gipuzkoa comunicou à representação legal do EH Bildu, o advogado Mikel Arreseigor, que o seu candidato a lehendakari, Arnaldo Otegi, «não pode ser eleito», na medida em que existe uma sentença firme da Audiência Nacional espanhola que o condena à pena de inabilitação para o exercício do direito ao sufrágio passivo e para o cargo público - de 4/09/2014 (cinco anos depois de Otegi ser encarcerado) a 28/02/2021.

A Procuradoria do tribunal de excepção espanhol tinha decidido, recentemente, que o dirigente independentista basco não podia ser candidato à Lehendakaritza ou Presidência do Governo da Comunidade Autónoma Basca, e o que a Junta Eleitoral guipuscoana hoje fez foi acatar a decisão espanhola.

O EH Bildu tem agora dois dias para recorrer da decisão da Junta, que na segunda-feira apresentará as listas definitivas para as eleições autonómicas de 25 de Setembro. A coligação soberanista pode ainda apelar para o Tribunal Constitucional espanhol, que terá de tomar uma decisão antes do início da campanha eleitoral, a 9 de Setembro.

Os fascistas espanhóis celebraram a decisão. / Ver: diagonalperiodico.net

Askapena e Etxerat: «Aniversario de la masacre del Filtro»

Homenaje a Norma, a Norma como ejemplo para todos y todas. Ejemplo imprescindible que ha mostrado y sigue mostrándonos día a día a toda la militancia internacionalista lo que es un verdadero y el más digno homenaje: el rechazo consecuente de una falsa indemnización sin justicia y sin verdad; la resistencia día a día por mantener la dignidad de aquellas personas que ya no pueden luchar, pero hoy estarían aquí, como su hijo; la solidaridad con todas las personas y organizaciones que siguen resistiéndose al fascismo, explícito o escondido tras cualquiera de sus sucios disfraces; el trabajo cotidiano por la verdad, contra la impunidad y por la construcción de un mundo mejor, la lucha por la libertad de quienes están presos por luchar... (BorrokagaraiaDa e askapena.org)

Sobre o «Massacre do Filtro», que teve lugar em Montevideu (Uruguai), a 24 de Agosto de 1994, mais informação aqui.

Sendoa Jurado Garcia: «Gabeziak / Carencias» (eus/cas)

Pero todo esto, es decir, que un preso enfermo tenga que empezar una huelga de hambre, que en las cárceles tomen los compromisos que deberíamos tomar fuera y que después de pasar tantos años en prisión sean unos ex presos los que realicen un gesto de solidaridad tan duro, es algo que debería darnos para reflexionar y hacer autocrítica a tod@s. Esta oleada de dignidad que nos llega desde dentro de la cárcel es el reflejo de las carencias del movimiento popular y en general de todo un pueblo para poner en marcha dinámicas efectivas. Los movimientos de la calle han tomado un ritmo demasiado suave y esto nos lleva a la normalización de la injusticia, dejando indefenso al eslabón más débil de la cadena. A medida que el conflicto se ha ido enfriando nos hemos ido acomodando hasta parecer que no tenemos ni sangre en las venas, y eso nos puede acarrear graves consecuencias. (lahaine.org)

«El expediente del banquero que pide una "invasión militar a Venezuela"» (Misión Verdad)
[De Franco Vielma] Oscar García Mendoza, presidente del Banco Venezolano de Crédito (BVC) y máximo accionista de esa institución financiera, comentó recientemente por su cuenta personal Twitter: «Sólo la intervención de una fuerza militar extranjera será capaz de comenzar a poner orden en Venezuela».

Adornó más todavía su comentario agregando: «Para los 'políticamente correctos': Por enésima vez. Hasta q (sic) no tengamos una intervención militar extranjera Venezuela no comenzará a cambiar».

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Juanjo Basterra: «Empresarios desalmados»

-Horas extraordinarias: Según la Encuesta de Población Activa (EPA) en el segundo trimestre de 2016 los aumentos de jornada no pagadas por las empresas representaron un 53,7% frente al 39,6% de 2008.

-Salarios: La variación salarial media pactada en convenio hasta julio se sitúa en el 1,11%, casi tres veces menos de lo que crece la economía por ahora. BBVA señala que “se espera que el crecimiento alcance el 3,1% en promedio este año y el 2,3% el siguiente” en Estado español.

-Contratos: El 50% de los contratos que se hacen en Hego Euskal Heria no dura más de un mes y que el 40% son a tiempo parcial. De estos, casi uno de cada tres son contratos por menos de 10 horas.

Además, los contratos indefinidos a tiempo parcial representan el 32% y los temporales a tiempo parcial suponen el 38%.

La realidad del mercado laboral vasco indica que hasta julio se realizaron 181.585 contratos más que en el mismo periodo de 2008, un 33,49% más, pero fueron 5.770 los contratos fijos menos, un 11% menos. El 93,32% de los contratos entre enero y julio de este año en Hego Euskal Herria son temporales/precarios. Es un porcentaje casi similar a lo que pasaba en 2008, el problema más importante se encuentra en que se ha destruido empleo de forma fácil y barata y se está sustituyendo por empleo precario y con salarios reducidos. (lahaine.org)

«Forças israelitas torturam menores palestinianos nos interrogatórios»

Adolescentes palestinianos em prisões e centros de detenção israelitas afirmam ter sido pontapeados e esbofeteados, submetidos a tortura e a abusos verbais pelas forças israelitas durante a detenção e os interrogatórios.

Estas revelações foram feitas por Hiba Masalha, um advogado do Comité Palestiniano dos Assuntos dos Presos que visitou recentemente vários jovens palestinianos sob custódia israelita. O conjunto de testemunhos que reuniu constitui o relatório mais recente dos vários que, ao longo dos anos, recolhem casos bem documentados de abusos e maus-tratos a crianças e adolescentes palestinianos por forças israelitas, noticia a agência Ma'an. (Abril)

«Bolívia inaugurou Escola militar anti-imperialista, junto com Venezuela e Nicarágua» (PCB)
A instituição funcionará na localidade de Santa Rosa de Paquío, onde antes existia um centro de treinamento para as missões de paz da ONU e levará o nome do ex-presidente militar Juan José Torres (1970-1971), que expulsou o Corpo de Paz dos Estados Unidos e foi próximo dos movimentos de esquerda bolivianos.

A iniciativa de criar a escola foi lançada em 2015 pelo presidente Evo Morales, que lembrou que antes existia a Escola das Américas, uma instituição militar operada pelos Estados Unidos, onde os militares latino-americanos eram ideologizados.
Nas palavras do mandatário boliviano, a escola anti-imperialista será um centro para revisar a história de como os países da América Latina e do mundo têm sido submetidos. «É nossa obrigação criar esta escola que recupere ideologicamente nossa identidade».

«Fidel Castro: 90 anos de vida e luta em registros inesquecíveis»

Fidel Castro é protagonista de momentos marcantes da história mundial; veja galeria de imagens dos 90 anos de vida e luta do líder da Revolução Cubana

Nascido em Birán, pequena localidade no leste de Cuba, em 13 de agosto de 1926, Fidel Castro completa 90 anos neste sábado. Protagonista de momentos marcantes da história mundial, Fidel figura em imagens inesquecíveis, que registram a entrada em Havana após a vitória da Revolução Cubana, em 8 de janeiro de 1959, ou o encontro com o ativista norte-americano Malcolm X em um hotel no Harlem, em Nova York, em 11 de setembro de 1960.

Em celebração aos 90 anos do líder da Revolução Cubana, Opera Mundi traz alguns destes registros em uma galeria de imagens da vida e da luta de Fidel Castro, dentro e fora de Cuba. Veja as imagens a seguir: / VER: Opera Mundi

Criolo - «Vasilhame»

De São Paulo (SP), Brasil, para a Festa!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Manifestações pelo repatriamento e a amnistia sexta e sábado em Bilbo

Na sexta-feira, 26, dia grande da Aste Nagusia bilbaína, uma manifestação convocada por um grupo de ex-presos e refugiados parte às 12h30 da Praça Elíptica para reclamar o regresso a casa dos presos e dos exilados bascos. No dia seguinte, tem início às 19h00, na Praça Zabalburu, a manifestação que o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) convocou em defesa da amnistia.

Numa nota, o MpA explica que a organização desta manifestação, no dia 27, tal como da que ocorreu em Donostia no dia 13, surge na sequência de uma reflexão. Por um lado, chegaram à conclusão de que existia um vazio importante em torno da luta em prol dos perseguidos políticos e que essa situação facilitava a despolitização destes militantes políticos, em prejuízo do processo de libertação.

Por outro lado, o MpA entende que as razões que fundamentaram a luta dos presos políticos bascos (ainda estão nas cadeias quase 400), ou seja, a opressão nacional e social de Euskal Herria, continuam vigentes. Com as inúmeras mobilizações e iniciativas que tem levado a cabo, o MpA crê ter actualizado e recuperado a questão da amnistia, que voltou a ter lugar no seio dos debates populares.

Abuztuak 27: Preso gaixoak kalera! Amnistia osoa!

Dia 26, pelo regresso dos presos a casa
Na sexta-feira, realiza-se a manifestação convocada por um grupo de ex-presos e refugiados, que, tal como ocorreu em Donostia e em Gasteiz, tem como lema «Amnistiaren norabidean presoak eta iheslariak etxera». Na apresentação, que decorreu dia 16, defendeu-se que «nas festas da Aste Nagusia é preciso reivindicar o regresso a casa dos presos e dos exilados» e afirmou-se que «é hora de intensificar o derrube das estruturas que sustentam as leis de excepção». / Ver: aseh e Berria

Boltxe na «Herri Azoka» das festas de Bilbo, com novidades editoriais

O Boltxe está presente na Herri Azoka [feira popular] da Aste Nagusia [semana grande] de Bilbo, todos os dias, das 17h00 às 20h00.

Este ano, o colectivo comunista basco apresenta duas novidades editoriais. Uma é o livro que editou conjuntamente com a editorial venezuelana Trinchera ¿Por qué socialismo? Reactivando un debate, da autoria de Jorge Beinstein, Albert Einstein, Iñaki Gil de San Vicente e Chris Gilbert.

A outra é obra El factor Fidel. El pensamiento político del Comandante, da autoria de Katrien Demuynck e Marc Vandepitte, editada pela Boltxe Liburuak. / Ver: boltxe.eus

Prabhat Patnaik: «A lógica do capitalismo neoliberal»

Os dias tranquilos do neoliberalismo estão acabados, o que portanto traz para a agenda histórica uma luta pela sua transcendência. Isto pode ser uma luta combinada, dos trabalhadores que têm sido suas vítimas, e de segmentos da classe média que até agora têm sido seus beneficiários mas actualmente estão à beira de tempos árduos. Mas precisamente por causa desta possibilidade, o capitalismo neoliberal também promoverá tendências fascistas e semi-fascistas a fim de dividir o povo. Reagir a estas tendências é o meio pelo qual a esquerda e as forças democráticas podem avançar. (resistir.info)

«La hoja de ruta de Hillary, la reina de la guerra», de Pepe ESCOBAR (lahaine.org)
Teherán tiene motivos, en abundancia, para estar en alerta roja si la Comandante Hillary tiene en sus manos los códigos nucleares (¿cómo puede alguien pensar que es menos temible que Trump?) La Dominatrix actuará como una fiel servidora de la alianza de Israel y Arabia Saudita. La hoja de ruta esta lista.

Andam festas por Bilbau

2009ko Bilboko Aste Nagusian albokariak
Albokaris nas ruas. Lembrança de 2009. Bilbo, Bizkaia, EH.

2016ko Bilboko Aste Nagusia / Semana Grande bilbaína de 2016
Kaskagorri – Bilboko Gazte Konpartsako txosna
Pavilhão da Comparsa da Juventude de Bilbo – Kaskagorri

domingo, 21 de agosto de 2016

Os educadores do Museu Guggenheim continuam em luta

Os 18 educadores e orientadores de sala do Museu Guggenheim, subcontratados à empresa Manpower, realizaram na quinta-feira, 18, o quinto dos oito dias de greve que convocaram para lutar contra a precariedade e exigir estabilidade nos postos de trabalho e melhorias nas suas condições laborais.

No lado de fora do museu, vários educadores cobriram-se com lençóis, como se fossem o «fantasma da precariedade». Depois, explicaram que não houve qualquer avanço na situação e que a empresa não os contactou desde o dia 3 de Agosto, quando teve lugar a última reunião.

Na quarta-feira passada, enviaram um e-mail a uma responsável dos recursos humanos do museu, que, em resposta, «não se comprometeu a nada». Assim, estes trabalhadores decidiram prosseguir a luta, mantendo agendadas novas paralisações para os próximos dias 23, 26 e 30 de Agosto e 1 de Setembro.

Mantêm a mesma disposição para dialogar e desconvocar as greves que já haviam referido noutras ocasiões, desde que existam garantias reais de que as suas reivindicações serão respeitadas, nomeadamente no que refere à estabilidade nos postos de trabalho (o contrato de serviço da Manpower, iniciado em 2014, termina a 30 de Setembro).

Também exigem melhorias nas suas condições de trabalho, uma vez que desempenham funções «com uma alta qualificação profissional» mas que não são pagas como tal. Por isso, acusam «o museu da excelência de contratar low cost». Se continuar a existir um diálogo de surdos, ponderam avançar para uma greve por tempo indeterminado. / Ver: eitb.eus

Alfon: «Carta de Alfon desde la prisión de Navalcarnero»

Retrocesos sin embargo, que pueden ser reconvertidos en avances con algunos conceptos que puestos en práctica han demostrado dar grandes beneficios en los distintos frentes del movimiento obrero y campesino, conceptos como la unidad de acción, la solidaridad, el internacionalismo o el compromiso de la militancia, todo esto, junto con la puesta en marcha de acciones y actos que parten de ideas surgidas con el análisis de situaciones adversas a las que hemos de enfrentarnos constantemente los que ocupamos los escalones inferiores en una maldita pirámide social, dará sus frutos. (lahaine.org)

«El relato del "narcorrégimen" y la pugna transnacional por recursos venezolanos»

[De Franco Vielma] Venezuela está inmersa en una trama geopolítica como pocas veces se ha conocido por país alguno en este lado del mundo. Los intereses incalculables, inestimables, que se ciernen sobre Venezuela son expresión de una situación-contexto mucho más intrincada pero no menos visible: el mundo es un espacio con recursos cautivos en disputa por las potencias. (misionverdad.com)

«Guerras e crises na África de hoje», de Carlos LOPES PEREIRA (avante.pt)
Não são boas as notícias que chegam de África. Persistem guerras em diferentes países e surgem ou prolongam-se crises políticas noutros.
As actuais guerras africanas têm um traço comum: a ingerência estrangeira. É velha a estratégia imperialista de fomentar conflitos armados e divisões étnicas e religiosas para melhor dominar os povos e explorar as suas riquezas.

«Solidariedade com a Palestina presente em Celtic Park»

A mobilização para a acção solidária com a luta do povo palestiniano, demonstrativa da exigência do reconhecimento do Estado palestiniano e do repúdio pela opressão diária, o apartheid, o colonialismo que sofrem às mãos dos israelitas, foi organizada antecipadamente nas redes sociais, sob o lema «Fly the flag for Palestine, for Celtic, for Justice» [«Mostra uma bandeira pela Palestina, pelo Celtic, pela Justiça»].
[...]
Os apoiantes do Celtic tinham sido avisados pelas autoridades escocesas que, se exibissem bandeiras da Palestina dentro do estádio, podiam ser detidos. Mas a solidariedade com o povo palestiniano falou mais alto e, tal como noutras ocasiões, os adeptos deste clube escocês, fundado por imigrantes irlandeses e com uma identidade muito ligada à luta de libertação do povo irlandês, mantiveram-se firmes perante as ameaças. (Abril)

sábado, 20 de agosto de 2016

Jon Kepa Preciado: «Sobre mi ausencia»

No voy a hablar de la larga ausencia de los montes, de las playas y de las zonas mágicas que sufrimos demasiadas personas por el conflicto, voy a hablar de mi ausencia.

La primera en muchos años, de las fiestas de mi pueblo y de algún barrio también. Mi ausencia en las pancartas, en los carteles, en las txoznas… en definitiva, mi ausencia en las reivindicaciones que de la mano de la I.A. oficial de Santurtzi se han hecho y se hacen por los derechos de los presos políticos del pueblo. / Ler: lahaine.org

Borroka Garaia: «George Soros en Euskal Herria»

George Soros, entre muchas otras hazañas, jugó un papel importante en la desintegración de la URSS, en la destrucción e invasión de Yugoslavia o más recientemente en la desestabilización de Siria o en la subvención del golpe de estado en Ucrania. Algo que incluso él mismo ha reconocido. Prácticamente se podría decir que los intereses de Soros van de la mano de la CIA y EEUU en defensa de un capitalismo global controlado por la oligarquía y plutocracia yankee.
[...]
En realidad el dinero de Soros ha sido utilizado para crear una basta red de confidentes, colaboradores y organizaciones tapadera. ¿Con qué objetivo? Especializarse en «Causas justas» e «izquierda alternativa» a modo de caballo de Troya del capitalismo y el imperialismo. Es decir, la creación e impulso de supuesta disidencia al sistema controlada por el sistema. La famosa »oposición controlada». En la socialdemocracia encontró su filón de oro, especialmente en la europea. (BorrokaGaraiaDa)

«A 40 anos da vitória do povo do Vietname. A Via Ho Chi Minh: epopeia e metáfora da luta revolucionária»

[De Filipe Diniz] «Quando se comemoram os 40 anos da vitória do povo vietnamita, reunificando o seu país e infligindo ao imperialismo talvez a sua maior derrota até hoje, há muito a evocar e muitas lições a retirar ainda dessa heróica e prolongada luta. Lições a retirar da natureza desse combate, conduzido por um povo inteiro. Lições a retirar do papel central do Partido Comunista, do papel dos seus quadros, da sua estrutura, da sua organização, da sua ideologia. Lições a retirar – e a aprender – da preparação e do desenvolvimento de uma luta tão árdua, tão desigual e tão prolongada, e do valor da formação de combatentes com um tal grau de persistência revolucionária.» (odiario.info)

El corazón del sapo - «Matarifes»

Do álbum Fuego al Cielo de los Cuervos (1998).

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Presos bascos em Huelva em greve de fome pela liberdade dos presos doentes

Os presos políticos bascos encarcerados na cadeia de Huelva (Andaluzia) iniciaram ontem, 18, uma greve de fome rotativa para reclamar a libertação imediata dos presos com doenças graves e incuráveis, informou hoje o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) numa nota.
No texto lê-se que a greve tem um carácter rotativo, sendo que cada preso estará em greve de fome uma semana. O preso Iker Olabarrieta, Fiñu, foi o primeiro a fazer greve de fome.

Com esta acção, os presos políticos bascos no cárcere andaluz reivindicam a libertação imediata dos presos doentes e pretendem, acima de tudo, «consciencializar o povo sobre a necessidade de se mobilizar a favor da liberdade destes presos». Para os presos políticos em Huelva, «a verdadeira luta deve ser travada nas ruas e só a força e a pressão do povo tornará possível alcançar estes objectivos».

O MpA, que manifesta todo o apoio a estes presos, recorda ainda a greve de fome de seis dias que Aitzol Gogorza levou a cabo, bem como a que três ex-presos estão a realizar em Etxarri Aranatz (Nafarroa).

Lembra também que Aletxu Zobaran e Ibon Goieaskoetxea, presos políticos bascos na cadeia de Valence (França), estão em luta contra a dispersão e o afastamento. Ontem, 57 pessoas participaram numa concentração solidária com eles frente ao Consulado francês em Bilbo. / Ver: lahaine.org e amnistiAskatasuna 1 e 2

Dia 27 há Ospa Eguna em Altsasu: por terra, mar e ar... bazem de EH!

Como acontece há vários anos, o Ospa Eguna [Dia do Baza] é aproveitado em Altsasu (Nafarroa) para denunciar a repressão policial e militar a que Euskal Herria é submetida. Este ano, os altsasuarras vão pedir aos violentos que bazem do País Basco «por terra, mar e ar». É a 27 de Agosto, e há festa. A imprensa já faz eco da iniciativa dos «radicales».

Os organizadores do Ospa Eguna afirmam que «é do conhecimento público que a Polícia Foral e a Guarda Civil defendem os interesses dos poderosos, contra aqueles que lutam por um país livre e justo e que querem mudar o sistema».

No que se refere a Altsasu, dizem que, no último trimestre, houve 128 controlos policiais (99 da Guarda Civil e 29 da Polícia Foral), e que também houve operações nas tabernas Lezea e Lurrazpi, para identificar e revistar quem lá se encontrava.

Os responsáveis do Ospa denunciam ainda que este ano, a 15 de Junho, os txakurras organizaram uma jornada de «portas abertas» dirigida às crianças das escolas, para lhes mostrarem as armas e afins, «pondo nas mãos das crianças as armas que usam contra o nosso povo».Em todas as edições se «procura o fracasso do Ospa Eguna», afirmaram os membros movimento Ospa, tendo recordado que em 2011 duas pessoas tiveram de depor na AN espanhola, em 2013 a localidade foi alvo de uma verdadeira ocupação militar e o ano passado houve cargas e detenções [vídeo acima].

E agora a Lei da Mordaça
A juntar à opressão e violência a que o povo de Altsasu e de Sakana é sujeito, recentemente «apareceu» a Lei da Mordaça, através da qual a comarca já foi punida com 6010 euros em multas. Mas não se pode esquecer que, nos últimos cinco anos, em Altsasu o valor das multas aplicadas por via da repressão ascendeu a 30 mil euros.

Para acabar com esta situação «asfixiante», os promotores do Ospa defendem a necessidade da organização e da luta: «Só com o trabalho de todos, como povo, conseguiremos acabar com a ocupação policial que sofremos.» Ver: ahotsa.info

Misión Verdad: «¿Quién filtró el video del niño sirio?»

Justamente, el objetivo de estas acciones de propaganda van en pos de detener la ofensiva del Ejército Árabe Sirio (EAS), junto a Hezbolá, milicias iraníes y bombardeos rusos, contra el Frente Al Nusra y sus aliados yihadistas en la estratégica Alepo.
[...]
Y justamente la peligrosidad de estos «inocentes» «cascos blancos», como los definen los medios corporativos, es que se sabe que actúan en zonas controladas por el Frente Al-Nusra y el Estado Islámico. Incluso, es tan evidente que estos forman parte del Frente Al-Nusra y de distintos grupos yihadistas que existe una biblioteca de imágenes en las que estos «cascos blancos» festejan la conquista de ciudades y participan como facilitadores en ejecuciones de estos grupos, así como sus fotografías mostrando los cuerpos de soldados sirios en calidad de trofeos de guerra.

A tal punto es el descaro que hasta existen videos de uno de sus integrantes, Haj Abu Ahmad, agradeciendo a Al-Nusra y afirmando que «son su modelo a seguir».

Así que dificilmente se le pueda dar un tono neutral e inocente a la viralización de la foto del niño Omran Daqneesh, sino que forma parte, claramente. de una campaña orquestada en el terreno por Al-Nusra, repotenciada por sus financistas, para promover la detención de los bombardeos a sus estructuras militares cuando gran parte del conflicto sirio se juega en Alepo. (misionverdad)

«Os Panteras Negras foram nos EUA a vanguarda dos anos 60», de Breno ALTMAN (odiario.info)
O jornalista brasileiro Breno Altman escreve de Nova York sobre os Panteras Negras, a organização afro-americana que desafiou o racismo e o poder nos Estados Unidos.

«Eles são a maior ameaça para a segurança interna do país», sentenciou John Edgar Hoover, o lendário chefe do FBI, durante reunião na qual declarou guerra aberta ao partido de jovens afro-americanos que, no final dos anos 1960, ousava promover motins e enfrentar a polícia.

Os Panteras Negras brotavam como cogumelos nas principais cidades norte-americanas. Rapidamente viravam o símbolo e a direção de quem não aceitava mais oferecer a outra face perante a agressividade das forças racistas.

Estricalla - «Voy por ti»

Gurea da garaipena!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Fernando Lizeaga: «Tenemos que dar una respuesta como pueblo»

[Entrevista a Fernando Lizeaga, um dos ex-presos em greve de fome em Etxarri-Aranatz (Nafarroa) pela libertação imediata dos presos políticos doentes]

¿Cómo surge la iniciativa de esta huelga de hambre?
Principalmente por la situación que está atravesando much@s compañer@s enferm@s, y también por que entendíamos que tenemos que dar una respuesta como pueblo, teniendo en centa que estas personas están presas por haber luchado por nuestro pueblo, entonces veíamos que había que responder así, demostrando que aquí todavía estamos mucha gente dispuest@s a hacer lo que haga falta por ell@s. / Ler: lahaine.org

BILBAÍNO TXEMA OLABARRIETA LIBERTADO
Saiu hoje da cadeia de Cáceres (Espanha) o preso político basco Txema Olabarrieta. Em 2008, o bilbaíno foi condenado a oito anos de cadeia pela AN espanhola no âmbito do processo 33/01, contra as Gestoras pró-Amnistia.

O processo contra o trabalho em defesa dos presos políticos levado a cabo pelas Gestoras e a Askatasuna foi instruído pelo juiz Baltasar Garzón.

Hoje, em Cáceres, Olabarrieta tinha familiares e amigos à espera. Muitos mais se juntaram ao fim da tarde na Alde Zaharra bilbaína para o receber. / Ver: Berria

Ataques fascistas a murais e vários espaços em Iruñerria

Murais contra a tortura, em Berriozar, e as entradas do gaztetxe [centro juvenil ocupado], da Arrano elkartea e do bar Toki Eder, em Iruñea, foram desfigurados com tinta na madrugada de 17 para 18.

Habitantes de Berriozar afirmam ter visto um jipe da Guarda Civil nas imediações dos murais atacados, mas a Delegação do Governo espanhol nega qualquer ligação dos militares espanhóis a tais malfeitorias em território abertzale.

Recorde-se que os murais contra a tortura foram intensamente perseguidos pela delegada do PP, tendo até motivado detenções. Desta vez, levaram com tinta vermelha e a inscrição «asesinos». Na mesma localidade da Comarca de Pamplona, foi ainda atacado um mural em defesa da luta das mulheres.

Na capital navarra, um ou vários indivíduos atacaram o «arrano» à entrada da conhecida sociedade da Alde Zaharra [Parte Velha], pintando-o com as cores da bandeira espanhola; a mesma bandeira foi pintada no bar Toki Eder, no bairro iruindarra de Donibane.

Já no gaztetxe pintaram a inscrição «fuera jurrus», em alusão à Jarrai, uma antiga organização juvenil independentista basca. / Ver: ahotsa.info [com várias fotos]

Fernando Correia: «Uma nova elite jornalística»

Surge assim um novo tipo de elite jornalística (tradicionalmente composta pelos profissionais que ocupam os lugares de maior responsabilidade dentro da sala de redacção – directores e outros responsáveis editoriais) que se destaca pelos seus contactos nos meandros da política (de direita) e dos negócios, e pela sua disponibilidade para adaptar a agenda jornalística aos interesses dos patrões e dos gestores. O objectivo é o da noticia que vende bem (e o lucro até pode ser, mal ou bem disfarçado, essencialmente político-ideológico…), desprezando a clássica concepção do jornalismo enquanto bem social. (Abril)

«Israel haría empalidecer al propio Herodes», de Carlos AZNÁREZ (Resumen Latinoamericano)
«la mayor democracia de Medio Oriente», al decir del carnicero Netanyahu, produce de esta forma un nueva vuelta de tuerca que haría empalidecer al propio Herodes. Apuntan a quienes más temen: la niñez palestina, esos chicos y chicas que por la imposición de la ocupación han reemplazado los juegos y diversiones que son habituales en sus coleguitas del mundo y corren por las calles esgrimiendo el arma más temida: con su pequeños deditos hacen la V de la victoria

«Indultados e presos das FARC exigem cumprimento de acordos»

Após seis meses do indulto concedido a 30 membros do grupo guerrilheiro, são vários os percalços que ocorreram em sua reincorporação à vida civil. Apesar de estarem estudando e se capacitando como promotores de paz, suas condições de saúde não melhoraram e as garantias de segurança estão longe de serem cumpridas. Nas prisões, a situação não parece melhorar.

No dia em que concederam a liberdade a William Antonio López, um de seus desejos era transferir-se para o município de Envigado, Antioquia, para visitar sua família e dali iniciar o caminho de reinserção à vida civil, aproveitando o benefício do indulto que, por razões de saúde, o governo nacional outorgou a ele e a mais 29 guerrilheiros detidos em distintas prisões do país, em novembro do ano passado.

No entanto, dias depois de sua chegada ao sítio de seus pais, membros do chamado ‘Gabinete de Envigado’ ameaçaram López em repetidas ocasiões e o intimidaram para que fosse embora da região, argumentando que era um alvo militar por ser membro das FARC, situação que o obrigou a deslocar-se e abandonar sua família. / Ler: Verdad Abierta via PCB