domingo, 21 de dezembro de 2014

Centenas manifestaram-se em Gasteiz pelo fim dos julgamentos políticos

Centenas de pessoas manifestaram-se ontem ao fim da tarde, na capital alavesa, em solidariedade com os 28 jovens independentistas acusados de pertencer à Segi e cujo julgamento terminou na sexta-feira, dia 19. A solidariedade foi extensiva a todos os que, julgados pela sua militância política, estão envolvidos em processos judiciais semelhantes.

No âmbito desta mobilização, convocada pela plataforma Gasteizko Harresia [muralha de Gasteiz], exigiu-se a absolvição dos 28 jovens que começaram a ser julgados em Setembro na AN espanhola - o Ministério Público retirou as acusações contra 12 dos arguidos, mas manteve o pedido de seis anos de cadeia para os restantes - e fez-se um apelo à desobediência e à unidade do povo contra os julgamentos políticos: «Com a solidariedade venceremos», afirmaram.

Durante a manifestação, mereceu especial atenção a denúncia das torturas que muitos dos jovens envolvidos neste processo sofreram no período subsequente à sua detenção pela Polícia espanhola, e não foram esquecidos os gasteiztarras que se encontram na cadeia, como Ekaitz Samaniego, detido para cumprir pena há quase três anos e em torno do qual se criou um amplo movimento de apoio e desobediência.

Manifestação contra os julgamentos políticos [Gasteizko Harresia] Ver: Berria e naiz / Fotos: Epaiketen aurkako martxa

Mais iniciativas «pelos 28»
Nos últimos dias, houve várias iniciativas em solidariedade com «os 28» e contra os julgamentos políticos: a 13, acção em Bergara (Gipuzkoa) para apoiar os imputados em vários processos; a 17, cordão humano junto à AN espanhola; ontem, 20, conferência de imprensa em Erromo (Getxo, Bizkaia) sobre o julgamento e o apoio ao jovem da localidade Imanol Beristain; também ontem, no bairro de Donibane (Iruñea) um cordão humano uniu as casas de Egoi Irisarri e Garazi Autor [declarações no vídeo].
No final, exigiu-se a absolvição de todos os imputados e o fim dos julgamentos políticos. (ahotsa.info) / Fotos: ekinklik.org

Detido na véspera, ex-refugiado Juan Carlos Arriaran foi recebido em festa ontem

O regresso de Juan Carlos Arriaran, Sali, à sua terra natal (Bergara, Gipuzkoa), após 30 anos de ausência, foi tudo menos pacífico: o acto de boas-vindas estava marcado para sexta-feira, 19, às 20h00, mas Sali foi detido pela Polícia espanhola antes da cerimónia, pelas 19h15. Só ontem, dia 20, foi possível fazer a festa.

Ontem à noite, a Irala kalea encheu-se de gente, carinho, aplausos para dar as boas-vindas a Juan Carlos Arriaran, ex-refugiado político basco que esteve 32 anos longe da sua terra. Em 1982, fugiu para o Estado francês, de onde foi expulso, dois anos mais tarde, para o Panamá; em 1990, foi extraditado para a Venezuela, onde viveu até agora. Não lhe faltaram as palavras de agradecimento para quem o acarinhou.

De manhã, tinha estado na Audiência Nacional espanhola, em Madrid, para onde a Polícia o levara detido, no dia anterior, em virtude da existência de um mandado europeu emitido contra ele pela Justiça francesa em 2005. O juiz do tribunal de excepção deixou-o seguir em liberdade, com a obrigatoriedade de comparecer todas as semanas no Tribunal de Bergara.

Na sexta-feira, logo após a detenção do ex-refugiado realizou-se uma manifestação em Bergara para exigir a sua libertação. (Na foto de baixo) / Ver: goiena.eus 1 e 2

Borroka Garaia: «Sobre muros»

Existen muchos muros visibles a lo largo y ancho del mundo, también existen muchos invisibles. Cada vez hay más y son más sólidos y altos. Los que bloquean económicamente, los que separan a pueblos oprimidos, los que separan a ricos de pobres, los que separan a la estúpida nomenclatura de «primer mundo» del «tercer mundo». También están los que encierran, como a los presos.

Sin embargo solo existe en la historia de la humanidad un muro. El muro de Berlín, cuyo nombre real era muro de protección antifascista. Curiosamente los que hicieron de él un símbolo para atacar al socialismo y enaltecer el capitalismo junto al orden mundial injusto son los que llenaron y siguen llenando de muros el mundo. Pero solo existe uno, el muro de la vergüenza, el muro de la infamia, la cortina de hierro. Lo he oído en la televisión. (BorrokaGaraiaDa)

«Tigres de papel», de Borroka Garaia (lahaine.org)
Que la organización juvenil Ernai esté en el punto de mira y que a través de maniobras represivas y de coacción se le intente marcar las líneas rojas para condicionarla y obligarla a transitar el camino donde deje atrás su carácter joven y rebelde no extraña.

Tampoco extraña que llenos de odio, de recelo y envidia, el viejo sistema español represivo las cargue contra Periko Solabarria por amar a su pueblo y a los de abajo, por estar siempre con el desfavorecido, por ser ese revolucionario insobornable siempre joven.

«As FARC decidem cessar-fogo. O governo recusa fiscalização da ONU», Os Editores (odiario.info)
Ao desejo de paz da esmagadora maioria do povo colombiano, [Juan Manuel Santos] responde, sob pressão do Exército e de Washington, com a continuação da guerra. [Mais informação: anncol]

sábado, 20 de dezembro de 2014

Grande manifestação em Gasteiz contra a desindustrialização e a destruição de emprego

Centenas de trabalhadores manifestaram-se hoje na capital alavesa em defesa dos postos de trabalho e de uma «verdadeira» política para a indústria que ponha fim ao encerramento de empresas e que conte com investimento público. LAB, ELA e ESK acusaram o Governo de Lakua de fazer propaganda com planos como o «Ciências, Tecnologia e Inovação Euskadi 2020» quando apoia o patronato na redução de salários, alimenta subvenções para a contratação precária e dá apoio às Finanças para baixar os impostos aos empresários.

A manifestação contou com o apoio das secções dos sindicatos referidos em 16 empresas onde se verificam situações de conflito: Alestis, Arkema, Candy, Condesa, Corrugados Azpeitia, Ecn Cable Group, Fundiciones Wec, Laminaciones Arregui, Tepsa, TS Fundiciones, Bionor, Cegasa, Orozko, Castimetal e Servimax.

Em declarações à comunicação social o secretário-geral do ELA, Adolfo Muñoz, lamentou o encerramento de fábricas, como a da Arcelor Mittal em Agurain, que atirou 54 trabalhadores para o desemprego, e sublinhou que a luta é a única maneira de fazer frente a esta situação. Ainhoa Etxaide, secretária-geral do LAB, acusou as instituições de nada fazerem contra a «grande destruição» de postos de trabalho; e referiu-se em especial ao caso do território de Araba, onde há o risco de desaparecerem 11 empresas e se perderem 2000 postos de trabalho. / Ver: Berria e naiz

Milhares exigiram o fim das políticas de excepção contra os presos em Iruñea e Donostia

Representantes do EH Bildu, que convocou as mobilizações, afirmaram na capital navarra e na guipuscoana que não irão parar até trazer os presos para casa e apelaram à participação na manifestação contra a política de dispersão que no dia 10 de Janeiro irá percorrer as ruas de Bilbo.

Em ambas as manifestações, que tiveram como lema «Salbuespen egoerarik ez! Presoak etxera» [Não ao estado de excepção! Os presos para casa], a coligação soberanista basca exigiu o fim da política prisional de excepção do Governo espanhol e denunciou a situação dos presos, solicitando o seu repatriamento. Em Iruñea, 463 velas acesas recordaram o número de presos políticos ao longo da mobilização, que terminou numa Praça do Município cheia de gente.

Em Donostia, o protesto decorreu debaixo de chuva, terminando junto ao coreto do Boulevard. Ali, porta-vozes da coligação afirmaram que, aos múltiplos esforços para ultrapassar o conflito e as suas consequências, Espanha responde com a manutenção das políticas de excepção, caminhando em sentido contrário ao que devia. / Ver: Berria e naiz

Denunciam acosso e pedido de colaboração da Ertzaintza a jovem bilbaíno

Numa nota enviada ao La Haine, afirma-se que, no dia 26 de Novembro, dois ertzainas à paisana, que se identificaram como funcionários do Governo basco, se aproximaram de um jovem bilbaíno quando este ia para o trabalho. Não havia mais ninguém na rua e os polícias dirigiram-se-lhe dizendo o seu nome e sobrenome.

Em seguida, os polícias «chantagearam-no e fizeram-lhe um pedido de colaboração»: em troca da informação que fornecesse à Polícia, seriam resolvidos os seus problemas laborais. «Enquanto isto acontecia» - prossegue a nota - «tentaram levá-lo para uma escadaria afastada da via principal, mas o jovem correu e conseguiu fugir». Já apresentou queixa num tribunal.

«Este caso de acosso policial não é uma ocorrência isolada, pelo que incentivamos todos os jovens que sofrem ataques deste género a procurar apoio e a apresentar queixa», diz a nota. / Ver: lahaine.org e topatu.info

POLÍCIA FRANCESA PRENDE OUTRO MEMBRO DA AITZINA
A Polícia Judiciária francesa deteve ontem à tarde Loretxu Etxamendi. Esta jovem de Larresoro (Lapurdi) estuda em Bordéus (França) e foi detida quando regressava casa, refere o portal topatu.info, que associa a sua detenção à acção levada a cabo pela Aitzina a 14 de Julho deste ano: arrancou cem placas com os nomes em francês das terras bascas e mandou-as para Paris de comboio. A Polícia confiscou o computador à jovem, que ontem mesmo foi posta em liberdade.

A detenção de Etxamendi é a quarta de militantes da organização juvenil basca desde 16 de Outubro. Nessa altura, foi detido Alex Feldman e foram efectuadas buscas na sede da organização em Baiona. No final de Novembro foi detido Ieltxu Ostolaza e a 5 de Dezembro Koldo Etxegarai (depois de ambos se recusarem a comparecer na esquadra).

A Aitzina criticou duramente esta detenção e defendeu o carácter legítimo da desobediência face ao Estado francês para reivindicar «o reconhecimento institucional do País Basco Norte e a oficialização do euskara». Para dia 23, ao meio-dia, está agendado um encontro em Baiona. / Ver: topatu.info e kazeta.info

Ahaztuak 1936-1977: «Es de bien nacidos, ser agradecidos»

[Faz hoje 41 anos que a Euskadi Ta Askatasuna deu asas a Carrero Blanco.]
El próximo sábado día 20 de Diciembre, se cumplirá el 41. aniversario de la muerte en atentado del almirante Luis Carrero Blanco, jerarca del régimen fascista instaurado el 18 de Julio de 1936 por el golpe militar encabezado por los generales Emilio Mola, Francisco Franco, José Sanjurjo y otros contra el Gobierno legítimo de la II República.

La acción armada realizada por un comando de la organización independentista y socialista vasca Euskadi Ta Askatasuna (ETA) acabará ese día con el que era considerado el «delfin» de Franco y la pieza clave para la continuidad del régimen franquista, tras la previsible desaparición física del dictador que ya se vislumbraba cercana. / Ver: boltxe.info

Oliba Gorriak - «Hiztegi gorria»

Luta de classes e antolakuntza, «até à vitória!»Tema de Garaipenera arte!, álbum dos comunas de Markina-Xemein (Bizkaia) gravado em Setembro e Outubro e publicado este mês. / Mais informação: olibagorriak.info / Entrevista aqui.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Sindicatos do Osakidetza denunciam «graves violações» ao direito à greve

Os sete sindicatos que convocaram as greves realizadas em Novembro e Dezembro no Osakidetza (serviço de saúde público na Comunidade Autónoma Basca) denunciaram à Inspecção do Trabalho (IT) «dezenas e dezenas de violações graves» ao direito à greve e à Lei de Serviços Mínimos.

No âmbito da queixa efectuada esta quinta-feira, os sindicatos afirmaram que, nos dias de greve, se realizaram operações consideradas «inadiáveis» para que todas as pessoas ligadas às salas de operações, na maioria dos hospitais, fossem abrangidas pelos serviços mínimos - «de tal forma que nalguns hospitais se operou mais nos dias de greve do que noutros dias». Outra das queixas dos sindicatos à IT tem a ver com a realização de operações mesmo com as equipas de limpeza em greve ou então com recurso à substituição ilegal dos trabalhadores do Osakidetza por contratados a empresas de trabalho temporário - isto passou-se na limpeza e noutras áreas.

«Estas violações ao direito à greve, bem como outros ataques à liberdade sindical, foram o modo de a administração do Osakidetza tentar limitar ao máximo o impacto das greves», afirmaram os sindicatos, sublinhando a importância da queixa que apresentaram à IT, uma vez que querem prosseguir com a luta «exercendo os seus direitos com inteira liberdade».

Os sindicatos afirmaram ainda que vão continuar a lutar pela melhoria da qualidade do serviço de saúde público, a recuperação dos 3000 postos de trabalho destruídos pelo Osakidetza, jornadas laborais aceitáveis, a eliminação das duplas escalas salariais - «e vão mobilizar-se até o conseguirem». / Ver: argia.eus e eldiario.es

Ikasle Abertzaleak reivindica direito dos presos a estudar

«Ikasle presoak klasera» [os estudantes presos para as aulas] foi um dos lemas inscritos nas faixas que os estudantes, mobilizados pelo sindicato estudantil Ikasle Abertzaleak (IA), afixaram em universidades e outros locais de ensino. No seu portal, o IA exige «o regresso dos presos a casa, com direito ao estudo», e recorda o seguinte: há estudantes que, por lutarem, sofreram a repressão; mas também há aqueles que, por lutarem, foram presos e, na cadeia, se tornaram estudantes. «Não paramos até alcançar os objectivos por que eles lutaram e os libertar a todos», afirmam.

Foi com esta ideia presente e exigindo que a concretização do direito ao estudo para todos os presos políticos bascos se faça em condições dignas, que o IA organizou diversas mobilizações e iniciativas, ontem e hoje, em vários pontos do País Basco.

Acção do IA das universidades de BilboDe acordo com a informação divulgada pelo topatu.info e pelo sindicato estudantil, realizaram-se acções - concentrações, kalejiras, almoços, representações, escrita de cartas - em localidades como Agurain e Gasteiz (Araba), Leioa, Santurtzi e Bilbo (Bizkaia), Orereta e Donostia (Gipuzkoa), Lizarra e Iruñea (Nafarroa). / Ver: ikasleabertzaleak.org e topatu.info [com fotos]

ANA PETRALANDA REGRESSOU A DIMA, 35 ANOS DEPOIS
Foi rija e emotiva a festa que no passado dia 13 se fez em Dima (Arratia, Bizkaia) para receber Ana Petralanda, refugiada política basca do «bairro» de Bentatxuri (com o Indusi quase ali colado e Lamindao lá no alto), que por forçosas razões esteve mais de três décadas longe dos seus e da região da Bizkaia onde as montanhas do Urkiola contemplam e abraçam as do Gorbeia.
Para se ter uma pequena noção da calorosa recepção a Petralanda, há que ver o álbum «Ana Petralanda barriro Diman», em que o Dima Berriak reúne inúmeras fotos. Ongi etorri! / Ver: Dima Berriak 1 e 2

Lúcia Gomes: «2014»

Palestina. Imigrantes africanos mortos. Demissão de Miguel Macedo. Inconseguimento. Lei da mordaça no Estado Espanhol. Cortes salariais. Declarações de inconstitucionalidade. Milhares de pessoas sem complemento solidário para idosos, rendimento social de inserção, abono de família, subsídio de desemprego. 40 horas para a Administração Pública. Lutas gerais e sectoriais todos os meses. Privatização da TAP. Privatização da Carris. Privatização do Metropolitano de Lisboa. [Continua...] (manifesto74)

«FARC-EP declaran cese unilateral al fuego y a las hostilidades por tiempo indefinido», de FARC-EP (ANNCOL via boltxe.info)
Es un paso sumamente importante para el proceso de paz si es que el gobierno responde la gestión de paz de la insurgencia con un cese al fuego. ANNCOL, como un servicio a sus lectores, reproduce abajo el comunicado del Secretariado de las FARC.

«Las batallas de Venezuela», de Claudio KATZ (lahaine.org)
La conspiración golpista fue doblegada pero la desestabilización imperialista continúa. Hay que lidiar con la ausencia de Chávez, el deterioro económico y la presión internacional

Tximeleta - «Aurrera begira»

Letra: Julio Soto. Música e interpretação: TximeletaExpressão solidária com os prisioneiros bascos e com os refugiados que ainda não podem regressar às suas terras. Para que as portas se abram. Para se seguir em frente. «Ateak ireki, aurrera begira, ateak ireki, presoak herrira, herrira!»

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

MP quer prisão para Periko Solabarria, 7 membros da Ernai e uma jornalista do Topatu

No âmbito do processo de criminalização da Ernai e de cerceamento de liberdades fundamentais, como são opinar e informar, em Euskal Herria e no Estado espanhol, o Ministério Público pediu penas de um ano de cadeia para uma jornalista do portal topatu.info, de 18 meses para o histórico militante abertzale Periko Solabarria e de dois anos para sete militantes da organização juvenil, acusando-os de «enaltecimento do terrorismo».

O despropósito do tribunal que sucedeu ao TOP do franquismo relaciona-se com o facto de, no acto político central do festival Gazte Danbada - que decorreu de 29 de Março a 1 de Abril do ano passado em Urduña (Bizkaia), para assinalar o nascimento da Ernai -, se ter evocado a figura do preso político basco Xabier Lopez Peña, que tinha falecido havia pouco em circunstâncias não muito claras.

Ainda em 2013, um juiz da AN espanhola processou vários membros da Ernai por «enaltecimento do terrorismo»; em Março deste ano, o mesmo magistrado ordenou ao topatu.info que apagasse os vídeos que continham um resumo do acto e as intervenções, sob pena de mandar encerrar o meio de comunicação [actividade fascista em que a AN espanhola possui especial adestramento]. O portal denunciou o ataque à liberdade de expressão mas apagou os vídeos. Em Outubro, foram indiciadas três jornalistas do site: ao gravarem as imagens do acto e informarem... «enalteceram o terrorismo». O MP retirou as acusações formuladas contra duas, mas sobrou Iraitz. / Ver: argia.eus, topatu.info e lahaine.org

Os trabalhadores da Kutxabank não querem a privatização

A afirmação é dos sindicatos LAB e ELA, a quem os trabalhadores da Kutxabank em Euskal Herria deram ampla maioria de delegados na eleição que teve lugar no dia 16. Ontem, 17, a Plataforma contra a Privatização da Kutxabank, de que LAB e ELA fazem parte, concentrou-se em Bilbo frente à sede principal da Kutxa contra a privatização desta e das demais caixas bascas e em defesa de um sistema financeiro público no País Basco.

No protesto, estiveram presentes os secretários-gerais de ambos os sindicatos. Adolfo Muñoz (ELA) afirmou que o resultado das eleições reflecte a vontade da sociedade e dos trabalhadores, pois «não querem que o património resultante do esforço de muitas gerações seja privatizado».

«É possível parar o processo de privatização. É preciso vontade política; se ela não existir, teremos nós de tomar a decisão», disse Ainhoa Etxaide (LAB).

O LAB informa no seu portal que os trabalhadores da Kutxabank em Euskal Herria elegeram 23 delegados do LAB (subiu), 31 do ELA (manteve), 21 das CCOO (desceu) e 18 da Pixkanaka (desceu). / Ver: argia.eus e LAB

Hatortxu Rock: contra a dispersão, pelos direitos dos prisioneiros bascos

A 17.ª edição do festival Hatortxu Rock realiza-se, como nos últimos anos, em Entrecementerios, no município de Atarrabia (Nafarroa, EH). É já no dia 27.As portas abrem às 16h00. O cartaz deste ano inclui onze bandas potentes: Kop, Kashbad, Estricalla, Hesian, Esne Beltza, Vendetta, Arkada Social, Aspencat, Talco, Izerdi Gorria e Narco. / Mais info: hatortxurock.org
Bukatuko dira arantzaz beteriko egunak. / Vão acabar os dias cheios de espinhos.

Carlos Aznárez: «Otra vez Fidel tuvo razón»

El genocida Obama (que hoy muestre su rostro concesivo no nos debe hacer olvidar con qué clase de personaje hay que lidiar) tendrá que convencer a sus halcones de que este sin sentido ya no va más. Se los viene diciendo en los últimos meses hasta su propia prensa en las páginas del New York Times. Lo susurran sus empresarios, apurados por hacer negocios con Cuba frente a la competencia europea y ahora el avance inversor de China. El bloqueo ha sido un total y absoluto fracaso. Cuba sigue de pie y ha vuelto con fuerza a todos los estamentos de integración latinoamericana. [...]
Por supuesto que el Imperio lo seguirá intentando, desde ya que el pueblo cubano y su conducción revolucionaria deberán estar alertas frente a la invasión cultural, turística y económica que se avisora (hasta el energúmeno John Kerry ya se ha anotado primero en la lista de visitantes a la Isla), pero esa será otra batalla. Por ahora, a seguir festejando y gritando «Volvieron». «Viva Cuba», «Viva Fidel», «Viva Raúl». (boltxe.info)

«O bloqueio de que muitos falam sem saberem o que dizem», de António VILARIGUES (OCastendo)
Políticos, jornalistas, comentadores, analistas, assessores, consultores e mais recentemente os chamados think tanks (em inglês é mais intelectual, é mais in), falam e escrevem sobre o bloqueio a Cuba. Mas saberão, no concreto, sobre o que se pronunciam? E o que escondem deliberadamente nas suas elucubrações?

«Os generais também choram», de Francisco TOLOZA (PCB via odiario.info)
A recente captura pelas FARC de um general das FFAA colombianas, de outros militares e de uma civil que os acompanhava e as reacções do poder colombiano a essa captura e ao posterior processo de liberação pela guerrilha deixaram ainda mais à vista as dificuldades de um processo de paz em que um dos interlocutores - o estado colombiano - tenta aplicar a táctica sionista de dialogar enquanto prossegue ofensivas de extermínio de seu interlocutor. E mostraram igualmente que é impossível resolver este confronto pela via belicista.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Lançada campanha de apoio a Aurore Martin e Intza Oxandabaratz

O comité de apoio de Nafarroa Beherea chamou a atenção para a repressão que Oxandabaratz e Martin enfrentam, deu início a uma campanha que visa mobilizar o povo e sensibilizar os eleitos e agendou diversas iniciativas para o próximo mês.

O referido comité do País Basco Norte afirmou que Intza enfrenta um processo judicial em Paris no dia 21 de Janeiro, «com o risco de ir parar à cadeia»; a ocorrer, o encarceramento afasta-a do seu filho de dois anos e do seu companheiro, Julen Mujika, no momento em que este acabou de cumprir pena.

Por seu lado, Aurore Martin começa a ser julgada dia 12 de Janeiro, na AN espanhola, com mais 34 bascos, no âmbito do processo contra a esquerda abertzale. O julgamento deve durar seis meses e Aurore pode ser novamente encarcerada, sublinha o comité, que considera que processos judiciais como estes não têm cabimento quando em Euskal Herria se dão passos a favor da paz.

Actividades programadas: concerto em Bunuze (dia 19); «última sexta-feira do mês especial» frente à CM de Donibane Garazi (dia 26); teatro em Ainhize-Monjolose (4 de Janeiro); documentário e conferência em Donapaleu (9 de Janeiro), e manifestação em Donibane Garazi (17 de Janeiro). / Ver: kazeta.info e IparraldekoHitza

Comunicado: «Ante la detención de Jone Amezaga», de EHL-Argentina (askapena.org)
Con dignidad y valentía para enfrentar la condena impuesta por un Tribunal de Excepción como es la Audiencia Nacional Española, Jone ha demostrado a sus carceleros, con uniforme o sin él, que las ideas de libertad no pueden ser encerradas detrás de los barrotes de un calabozo.

A presa política Joxepa Ernaga regressa a casa, depois de 27 anos na cadeia

Joxepa Ernaga, natural de Mezkiritz (Erroibar, Nafarroa), saiu hoje da prisão de Jaén, depois de ter passado mais de um quarto de século em várias cadeias do Estado espanhol. Foi detida em Barcelona a 5 de Setembro de 1987, juntamente com Txomin Troitiño e José Luis Gallastegi, e acusada de pertencer a um comando da ETA.

Ao longo destes 27 anos, esteve nalgumas das prisões mais afastadas de Euskal Herria: Badajoz, Múrcia, Málaga, Puerto de Santa María, Granada e Jaén. «Metade do tempo em isolamento e em condições muito duras», como se recordou no acto realizado na sua terra natal em 2012 para assinalar a passagem dos seus 25 anos na cadeia. / Ver: ahotsa.info

Urtarrilak 10, Bilbora! 10 de Janeiro, para Bilbau!
A Etxerat anunciou ontem, numa conferência na capital biscainha, que no dia 10 de Janeiro os familiares dos presos políticos bascos não se deslocarão às prisões para os visitar, pois irão participar na manifestação do início do ano contra a política de dispersão.
Haverá duas marchas: uma parte de La Casilla e outra da Câmara Municipal, às 17h30, e ambas se juntam na Praça Zabalburu. / Ver: etxerat.info 1 e 2

Euskal Herri independiente, euskaldun eta sozialista eraikitzeko bidean... preso eta iheslari politikoak etxera! Amnistia orain/agora!

«Que se está a passar na Ucrânia? Chaves para entender o conflito» [vídeo]

Declarações de Lur Gil, militante da Askapena e jornalista do Berria. Lur Gil é militante da Askapena, e esteve duas vezes no Sudeste da Ucrânia em 2014. Gil aborda várias questões nesta entrevista, nomeadamente a rede de interesses que a União Europeia e os Estados Unidos criaram para promover um golpe de Estado, recorrendo a organizações fascistas como forças de choque. / Ver: ahotsa.info

Ver também: «O município de Baztan aprova moção de apoio ao povo do Donbass» (argia.eus)
A moção institucional de apoio foi aprovada com os votos a favor do Bildu e da Ezkerra e com a abstenção do NaBai e da UPN. Por outro lado, o município navarro vai estudar uma eventual geminação com Pervomaisk, localidade da República Popular de Lugansk que tem estado a ser atacada pela artilharia do Governo de Kiev. De lá, chegou uma carta a agradecer a solidariedade da Câmara Municipal de Baztan, na qual se avança com uma proposta de amizade e de estabelecimento de relações institucionais.

«Cuba e EUA restabelecem relações diplomáticas e os "Cinco Heróis" cubanos estão em liberdade»

Após 16 anos de prisão arbitrária, os três antiterroristas cubanos que ainda estavam detidos nas cadeias de Miami finalmente foram libertados, após um acordo entre Cuba e Estados Unidos envolvendo também a troca pelo ex-contratista Alan Gross [...] contratado pela USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) com a finalidade de executar ações ilegais de desestabilização contra o povo cubano e que estava preso desde 2009. (Diário Liberdade) [Mais info: Resumen Latinoamericano]

«Operaçom policial contra o movimento libertário em Barcelona», de Directa.cat (Diário Liberdade)
Às seis e um quarto da manhã, um operativo formado por 700 agentes dos Mossos d'Esquadra mobilizou-se para levar a cabo umha operaçom contra o movimento libertário. Cumprindo ordens da Audiência Nacional espanhola, os agentes assaltarom a Kasa de la Muntanya, histórica casa okupada de Barcelona que este ano cumpre 25 anos de atividade. [Ver também: BorrokaGaraiaDa]

«Ceivar envia o presente de passagem de ano às/aos pres@s independentistas galeg@s», de Ceivar (lahaine.org)
Para o Organismo Popular Anti-repressivo Ceivar é grato compartilhar este tipo de iniciativas com todas vós e animamos-vos a que, individual e/ou, coleitivamente, enviedes o vosso apoio às que están a pagar com a sua liberdade a dignidade desta Terra.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A ABP entrevista Iñaki Gil de San Vicente [vídeo]

A Agencia Bolivariana de Prensa teve oportunidade de entrevistar o pensador marxista basco Iñaki Gil de San Vicente, no âmbito do décimo encontro internacional da Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade (REDH), que teve início no dia 11 de Dezembro, em Caracas.

Na entrevista, Iñaki caracteriza de forma breve a actual crise capitalista e fala sobre as perspectivas existentes para as lutas dos povos.

Iñaki fala ainda sobre o momento actual da luta política do povo basco e sobre a independência de Euskal Herria.

Por último, avalia o papel dos meios de comunicação alternativos, e assinala alguns elementos a ter em conta para a defesa destes meios face ao constante ataque de são alvo por parte do imperialismo.

Entrevista a Iñaki Gil de San VicenteVer: abpnoticias.org

Ver também: «Declaración Política del Encuentro de la Red de Intelectuales, Artistas y Movimientos Sociales en Defensa de la Humanidad» (pakitoarriaran.org)

Contra encerramentos e despedimentos, sindicatos mobilizam-se e exigem política para a indústria

Os sindicatos ELA, LAB e ESK e as suas secções em diversas empresas onde existem situações de conflito agendaram para o próximo sábado, dia 20, ao meio-dia, uma manifestação com o lema «Benetako politika industriala orain. En defensa del empleo». A mobilização terá lugar em Gasteiz, entre a Praça Artium e a Delegação da Indústria, e visa divulgar a situação que os trabalhadores atravessam no sector industrial e exigir uma resposta colectiva para os seus problemas.

Numa nota divulgada pelo LAB, as três organizações sindicais apelam à participação de todos os trabalhadores que se recusam a aceitar os despedimentos e o encerramento indiscriminado de fábricas, que não estão dispostos a aceitar que o patronato faça aquilo lhe apetece, e exigem um futuro com emprego e uma acção política que o defenda.

Os sindicatos lembram que nos últimos seis anos «centenas de pessoas perderam os seus postos de trabalho e muitas fábricas fecharam», com o consequente aumento da pobreza e da miséria - quando o lehendakari «fala de crescimento, de criação de emprego e de melhora». A este cenário, afirmam, não é alheia uma reforma laboral que permitiu às grandes empresas e multinacionais destruir emprego e precarizar as condições laborais, nem a «normalização institucional e social» do ataque aos direitos dos trabalhadores: o patronato continuou a ser financiado, criando ou não riqueza, destruindo ou não emprego. Essa «normalidade», sublinha a nota, fica plasmada numa Mesa de Concertação Social, composta por Governo, patronato e os sindicatos UGT e CCOO, cuja função é dizer «sim» e fazer «com que nada mude».

Para alterar este cenário, para que o Governo de Lakua deixe de ser um espectador «solidário», é fundamental que os trabalhadores se mobilizem, venham para as ruas, afirmam os sindicatos. «Para que a Candy continue a funcionar, para que a Ecn Cable Group, a Arkema e a Fundiciones Wec não fechem as portas, para que na Laminaciones Arregui, na Tepsa, na TS Fundiciones e na Corrugados Azpeitia se possa negociar uma solução definitiva, para que a produção da Alestis não seja deslocalizada, para que na Condesa não haja despedimentos». / Ver: LAB

Ministério Público retira acusações contra 12 dos 28 jovens independentistas

O Ministério Público retirou as acusações contra 12 dos 28 jovens independentistas bascos arguidos no julgamento que começou a 22 de Setembro na Audiência Nacional espanhola e que deve terminar amanhã. Trata-se de Izaskun Goñi, Egoi Irisarri, Endika Pérez, Imanol Beristain, Ikoitz Arrese, Irati Tobar, Saioa Zubiaur, Ainara Ladrón, Aitziber Plazaola, Beñat Lizeaga, Jazint Ramírez e Xalbador Ramírez. Para os restantes arguidos, mantém-se o pedido de seis anos de cadeia. [Na imagem, os jovens à entrada do tribunal, ontem.]

Ontem, tendo como base o Protocolo de Istambul, os peritos - psicólogos - chamados a depor pela defesa atribuíram total credibilidade às denúncias de tortura efectuadas por 19 dos 20 jovens que foram detidos pela Polícia espanhola (os outros oito fugiram para Iparralde). Hoje, foi a vez de falarem os peritos policiais, que voltaram a defender as teses incluídas nos seus relatórios: os arguidos eram da Segi («militantes activos da...»); provas: autocolantes, fotografias, faixas, lenços, T-Shirts - até mesmo lemas como «Gazte eta aske, irabazi arte» ou «Independentzia»... eram da Segi [quase ao nível da estrela vermelha de cinco pontas, que também o era]. Afirmaram-no, mesmo sabendo que, na sentença que absolveu outros 40 jovens acusados de pertencer à Segi, não se estabelece qualquer ligação entre estes lemas e a organização juvenil que o Estado espanhol declarou «terrorista».

Seguindo as informações que o jornalista Hodei Iruretagoiena foi divulgando via Twitter, ficámos também a saber que o MP recorre aos depoimentos efectuados pelos arguidos quando se encontravam incomunicáveis para formular a acusação contra eles - porque «estar incomunicável é uma coisa e a tortura é outra» - e também a depoimentos referentes ao processo «dos 40», efectuados em período de incomunicação e que foram declarados inválidos pelo tribunal.

Amanhã, vários autocarros partirão de Euskal Herria com destino a Madrid, por iniciativa do Eleak e de assembleias populares, para apoiar os jovens envolvidos no julgamento. Também estão agendadas mobilizações para os próximos dias. / Ver: Berria e topatu.info

Yelena Nájera: «Ley mordaza: o con la burguesía o con la clase obrera»

la burguesía no es psicópata, la burguesía no da puntada sin hilo y sabe perfectamente que este sistema funciona así: o ellos, los millonarios empresarios y sus secuaces; o nosotros/as, la clase que no tenemos para sobrevivir más que el cada vez más mísero sueldo ganado con nuestro propio trabajo.
Cada vez urge más que nosotras/os también entendamos esto, porque si no lo hacemos seguiremos cayendo en bucle en la falacia de sus discursos «ciudadanos» y humanistas, que no son más que lenguaje para confundir y hacer pensar que a lo mejor les podemos «convencer» para que sean más «buenos» (boltxe.info)

«Interior cria umha base de dados de "suspeitosas/os" sem controlo judicial», de Ceivar (ceivar.org)
As medidas policiais e jurídicas que estamos a contemplar durante estes meses som o indicador mais clarificador da situaçom de excepcionalidade repressiva polo que estamos a atravessar. As forças de repressom acadam as quotas de poder mais elevadas das últimas décadas e o Poder Judicial adapta-se para ser um mero instrumento ao seu dispor. As investigaçons policiais e as sentenças já nom podem ocultar que o seu fundamento è atalhar a disidência política.

«Das Primaveras do capital aos Outonos que nos querem impor», de Bruno CARVALHO (manifesto74)
Quando rebenta uma greve em Portugal, as peças jornalísticas fazem-se com lamuriantes reportagens sobre as duras consequências da luta dos trabalhadores sobre outros da mesma condição com que nenhum jornal alguma vez se preocupa. O direito ao trabalho é, de facto, a coisa mais importante para governantes, patrões e jornalistas. Mas só em dias de greve.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Muita porrada deu a Ertzaintza em Gernika para deter Jone Amezaga

Paisanas e «beltzas» [negros, como são conhecidos os malha-malha da Brigada Móvel] intervieram esta manhã com uma «violência que há muito não se via» na Praça do Mercado, em Gernika, para romper o abraço em torno de Jone Amezaga. No final, levaram-na detida para cumprir a pena a que foi condenada pelo tribunal de excepção espanhol.

Hoje, a jovem natural de Errigoiti (Bizkaia) voltou a aparecer em público e, pouco depois de estar na Praça do Mercado, apareceram os paisanas, seguidos dos «beltzas» da Polícia Autonómica espanhola, que atacaram com grande ferocidade o abraço popular formado para a proteger.

Os captores basco-espanhóis em Gernika, tal como a Polícia ao serviço de Santamaría nos Sanfermines, usaram armas ilegais na «operação» (bastões extensíveis, no caso). Deram porrada a eito e agrediram muita gente, incluindo os pais e amigos de Jone, representantes políticos da esquerda abertzale e uma mulher de 94 anos, que atiraram ao chão, a quem partiram vários ossos numa mão e feriram gravemente numa perna. De acordo com testemunhas, impediram durante vários minutos que a mulher, inanimada, fosse assistida.

Amezaga passou 18 dias escondida, depois de a Ertzaintza ter interferido junto da AN espanhola para efectuar a sua detenção imediata. Este fim-de-semana apareceu em Gernika, onde, apoiada por centenas de pessoas, participou em inúmeras iniciativas.

Para denunciar a detenção, foi convocada uma manifestação sob o lema «Konponbideari erasorik ez, Jone libre nahi dogu!» (começa às 20h00 na Merkurio Plaza).

A jovem biscainha foi acusada de «enaltecimento do terrorismo» e condenada a 18 meses de cadeia pela AN espanhola por alegadamente ter afixado uma faixa em Gernika em Outubro de 2012 - facto que ela nega e qualifica como montagem policial.

Detenção de Jone Amezaga [Topatu]Palavras de agradecimento de Jone [Jone Libre]Pouco antes de ser detida, a natural de Errigoiti agradeceu o apoio recebido e o trabalho realizado em sua defesa, e apelou à continuidade da luta contra os julgamentos políticos. / Ver: topatu.info, argia.eus e boltxe.info / Fotos: Detenção de Jone (topatu / naiz)

Leitura: «¿Y tú me lo preguntas?»
, de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Pero hay más. Mucho más. No son autonomistas, legitiman a un sistema ilegítimo y son partícipes de la violencia de estado por principios políticos. Lo cual no sería respetable pero tendría lógica política. Lo son por intereses económicos y por el bolsillo. El partido del negocio vasco.

Reportagem: a abertura do comércio aos domingos e feriados em Nafarroa

A abertura dos estabelecimentos comerciais aos domingos e feriados tem sido uma questão polémica em Nafarroa nos últimos anos. Até 2013, não havia, em Nafarroa, o hábito de abrir nesses dias; a maior parte dos estabelecimentos abria um ou dois dias, no máximo quatro por ano.
Desde que, em Madrid, o PP realizou a última alteração legislativa no sentido da liberalização, a maioria das cadeias está a abrir cada vez mais aos feriados.

«Si no es más barato, ni se crean puestos de trabajo... ¿por qué compramos en un día festivo?»As políticas de liberalização favorecem as grandes cadeias e centros comerciais, que as promovem, em detrimento do pequeno comércio, que vê aumentar os problemas para poder competir e sobreviver. / Ver: ahotsa.info

Entrevista a Ángeles Maestro, militante da Red Roja [cas]

[Entrevista de insurgente.org] Ganar unas elecciones no es sinónimo de tener el Poder, ni mucho menos. Tampoco una victoria electoral supone modificaciones de fondo en la correlación de fuerzas que, para que se consolide, requiere de avances decisivos en el nivel de organización del pueblo. Y éstos, con la extensión suficiente, aún no se han producido.

Ante el riesgo de estos cambios pudieran dar lugar a políticas contrarias a los intereses de las clases dominantes – más insoportables aún en tiempos de crisis en las que el margen de maniobra de los gobiernos es casi inexistente – las oligarquías del Estado y de la UE tienen dos opciones preventivas. O bien desnaturalizar y domesticar a los nuevos dirigentes, vía sobornos o amenazas de todo tipo, o bien impedir que lleguen al poder mediante gobiernos de coalición, de tecnócratas o directamente por medio de un golpe de Estado. / VER: redroja.net

Silvio Rodríguez & Manguaré - «Canción urgente para Nicaragua»

Cubanos em Manágua, no concerto pela paz na América Central. Concierto por la Paz en Centroamérica - Abril en Managua (1983).