sábado, 24 de fevereiro de 2018

LAB denuncia precariedade e despedimentos na Foster's Hollywood de Bilbo

Delegados sindicais do LAB vão realizar amanhã, a partir das 14h30, uma acção de informação no restaurante da Foster's Hollywood localizado na Kale Nagusia [Gran Vía] bilbaína. O objectivo é alertar para a precariedade laboral existente na cadeia espanhola de restaurantes dedicada à culinária norte-americana e denunciar o despedimento de oito trabalhadores que laboravam no espaço da Rua Bidebarrieta, na Alde Zaharra [Parte Velha].

Numa nota de imprensa, o sindicato denuncia o despedimento, pela cadeia de restauração Foster's Hollywood, de oito funcionários que laboravam na Bidebarrieta kalea, acrescentando que estes foram notificados, em Janeiro, através de uma folha afixada na cozinha.

Os trabalhadores agora despedidos sentiram «na própria pele o lado mais cruel da precariedade», critica o LAB, referindo, entre outras situações, que os trabalhadores têm dinheiro a receber da cadeia de restauração; foram tratados de forma «humilhante e degradante»; foram contratados a tempo parcial, mas, na prática, laboravam mais de 40 horas semanais; tinham vínculos precários, embora as funções que exerciam cobrissem necessidades permanentes; estavam enquadrados numa categoria profissional que os colocava abaixo das funções que de facto desempenhavam.

«O LAB continuará a apostar na organização e na mobilização em defesa do emprego digno e na luta contra a precariedade», lê-se na nota. / Mais info aqui

«Dialéctica de la liberación nacional»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Darío Aranda se pregunta sobre porqué la nación mapuche es atacada tanta virulentamente, respondiendo que la razón es la propiedad de la tierra.

Cita a Diana Lenton, docente en Universidad de Buenos Aires, que sostiene que la violencia contra este pueblo tiene dos causas: la común que padecen otras naciones originarias, como el Pueblo Qom, que defienden los mismos derechos sobre la tierra, y el racismo exacerbado contra los mapuches porque los blancos no toleran su dignidad que mira de igual a igual a los blancos: «La mirada racista no tolera que un indígena se posicione de igual a igual», sostiene la antropóloga. Un racismo al alza en la burguesía argentina.

La dignidad forma parte de la cultura del pueblo. Para acabar con la resistencia que nace también de esta cultura, el invasor ha de destruirla encarcelando a quienes recrean la cultura espiritual. La resistencia mapuche también nace de la cultura porque interactúan tierra y cultura: «los grupos de resistencia mapuche tienen por objeto organizar acciones de autodefensa, resistencia, recuperación y ocupación de sus tierras ancestrales que les fueron robadas».

Según Llanca Marín tierra, cultura y mujer son una unidad: «El rol de la mujer ha sido fundamental y protagónico en la lucha por los derechos del pueblo Mapuche. No se puede negar e invisibilizar esto al interior del movimiento. Lo primero que debe erradicarse es la inequidad interna a través de la modificación de aquellos usos y costumbres (quizás adquiridos) que perjudican a las mujeres, entenderse que la mujer mapuche ha estado a la par con los hombres, gestando el movimiento, luchando por la consecución de los derechos como integrantes de la sociedad y sobre todo como mujeres. (...)» / Ver: lahaine.org

«Israel tem o direito de existir?»

[De António Santos] Imaginem que o Estado Israelita se estabelecia em Portugal, ocupava e colonizava o nosso território, expulsando a população portuguesa para gigantescos campos de concentração e terraplanando as suas vilas e aldeias centenárias.
[...]
Hoje Israel é um Estado aberrante que só se mantém pela perpétua continuação da violência contra a Palestina e contra outros países da região, que só sobrevive ligado à máquina da assistência financeira, política e militar dos EUA e que só aparenta ser aceitável aos olhos do mundo porque a comunidade internacional assim permite. A continuidade da existência do Estado de Israel dependerá sempre destes três factores e ainda de outros dois, não menos importantes: a resistência do heróico povo palestino e a solidariedade de todos os povos do mundo. (Abril)

«Intervenção militar na segurança do Rio atinge os mais pobres e não resolve violência»

[De Pedro Rafael Vilela] Decreto é uma tentativa de enfrentar a baixíssima popularidade de Temer e encobre o fracasso da votação da Previdência
[...]
Com a medida, a área de segurança pública do Rio, inclusive o controle sobre as polícias Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiras, sai do comando do governador Luiz Fernando Pezão (MDB) para as mãos interventor escolhido, o general do Exército Walter Braga Netto, que responderá diretamente ao golpista Michel Temer, presidente com a pior avaliação de governo da história da República.

Já nos primeiros dias de intervenção, programada para durar até 31 de dezembro, a foto de uma menina observando um soldado do Exército enquanto bolsas e mochilas de outras crianças, todas com uniformes escolares, eram revistadas numa favela do Rio de Janeiro, ganhou repercussão internacional. A imagem é um reflexo cruel sobre a quem deve recair o peso da intervenção de caráter militar: a população negra, pobre e moradora da periferia da cidade. (Brasil de Fato)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

O preso Alfredo Remírez é afastado de EH depois de denunciar dispersão

De acordo com as informações até agora disponíveis e divulgadas pela plataforma Erreharria Libre, Alfredo Remírez foi levado da prisão de Basauri (Bizkaia) para a cadeia de Zaballa (Araba) para depois ser levado para a de Saragoça (Espanha).

O preso político de Amurrio (Araba) encontrava-se desde o início de Novembro na prisão de Basauri. Há 10 dias, juntou-se-lhe Julen Ibarrola, seu conterrâneo, também condenado no âmbito de um processo contra a liberdade de expressão.

Remírez, que ficou mais conhecido pelo seu perfil no Twitter - @erreharria -, entrou na cadeia de Basauri a 4 de Novembro último. Foi condenado pela AN espanhola por ter denunciado a dispersão (usando um boneco de cartão) e exercer o seu direito à liberdade de expressão nas redes sociais.

Tornou-se conhecido por ser a primeira pessoa de Euskal Herria, detida no âmbito das operações Aranha, a cumprir pena efectiva.

No dia 11 de Fevereiro, passou a ter a companhia de um jovem seu conterrâneo de Amurrio, Julen Ibarrola, que foi condenado a um ano de cadeia pela Audiência Nacional espanhola, acusado de ter realizado uma inscrição numa parede com um marcador. Estava na mesma cela que Remírez. / Ver: halabedi.eus

«El Movimiento Pro Amnistía a favor de los antifascistas»

[De MpA] Ante la criminalización contra Herri Norte Taldea que tras los graves incidentes acaecidos ayer en Bilbo están llevando a cabo los medios de cominucación del fascismo, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Repressión quiere expresar lo siguiente:
[...]
Lo que se esconde detrás de esa lectura aséptica y equidistante sobre la violencia, es en realidad la permisividad que tienen hacia el fascismo y la agresividad que tienen hacia el antifascismo. El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Reprsesión quiere expresar con claridad que aplaude la actitud mantenida por los antifascistas en Bilbo y que defenderá siempre el derecho que tiene el pueblo a hacer frente al fascismo. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2 [Diz não ao fascismo! Diz não à russofobia!]

Coro do Exército Vermelho - «O Exército Vermelho é o mais forte»

Passam hoje 100 anos sobre a criação do Exército Vermelho.

Ver tb.: «Celebram em Cuba centenário da fundação do Exército Vermelho» (Prensa Latina)

Zeca Afonso - «Coro da Primavera»

Do álbum Cantigas do Maio (1971). José Afonso faleceu há 31 anos, a 23 de Fevereiro de 1987.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Milhares de pensionistas nas ruas de Bilbo por «pensões públicas e dignas»

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos manifestaram-se esta quinta-feira nas ruas da capital biscainha contra «as pensões de miséria», o aumento de 0,25% aplicado pelo governo de Rajoy, no Estado espanhol, e em defesa de um Sistema Público de Pensões.
A manifestação, convocada pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, percorreu a Kale Nagusia [Gran Vía] até chegar à Subdelegação do Governo espanhol, na Praça Moyua, entre palavras de ordem como «pensões dignas», «mãos ao ar, isto é um assalto» e «mais pensões e menos ladrões».
A manifestação de Bilbo foi uma das muitas que hoje se realizaram no Estado espanhol, de forma simultânea, ao meio-dia, em defesa de pensões dignas. Entre as dezenas de cidades onde ocorreram mobilizações contam-se Donostia, Gasteiz, Eibar, Irun, Madrid, Sevilha, Las Palmas, Barcelona, Girona e Lleida. / Ver: Ecuador Etxea

«Super-vascos y super-cooperativistas»

[De Borroka Garaia] He estado leyendo el comunicado del grupo directivo de la ikastola y no tiene desperdicio. Que buen ejemplo de «enseñanza» cual macarras de tres al cuarto. Tilda a Ikasle Abertzaleak de «supuestos estudiantes abertzales», de que ellos son super-cooperativistas (seguro que los y las estudiantes también deciden los presupuestos, la materias y todo lo que les afecta), lloran porque se les llame una herramienta del capitalismo (y un párrafo después ellos mismos afirman que continuarán en cooperación con las instituciones y el empresariado, que al parecer no deben ser capitalistas) y acaban con la traca final de acusar al sindicato de estudiantes abertzale de parecer «agentes de Madrid».
[...]
En un momento en el que se están riendo a la cara de la juventud vasca a todos los niveles existe una cooperación entre la burguesía y partes de la socialdemocracia vasca (sea abertzale o no) que intenta taponar y amortiguar rebeldías siguiendo unos intereses oscuros que no miran más allá de sus bolsillos, su estatus o sus propias agendas. (BorrokaGaraiaDa)

«Colheita de fome»

[De António Santos] Nos EUA, mais de 46 milhões de pessoas recorrem diariamente ao cartão do Programa de Assistência Nutritiva Suplementar (SNAP, na siga inglesa) para não passarem fome. A proposta de Trump, apresentada na semana passada, é que os beneficiários dos food stamps, como é conhecido o programa federal, não tenham mais a liberdade de escolher o que comem.
[...]
A proposta vem a coberto de uma campanha mediática que procura associar o SNAP à preguiça dos seus beneficiários, à compra de produtos indecorosos à pobreza honesta, como bifes de vaca, e à revenda dos alimentos comprados. Estatísticas do governo federal, porém, situam as situações de fraude no limiar dos três por cento e revelam que, entre os adultos em idade activa, 58 por cento trabalha e 82 por cento trabalhava até há um ano. (avante.pt)

O «Manifesto Comunista» [Escuela de Cuadros]

Na edição 191 do programa «Escuela de Cuadros», Eduardo Rothe aborda o estudo do «Manifesto do Partido Comunista» (1848), de Marx e Engels.

Eduardo Rothe, também conhecido como «Professor Lupa», é um filósofo marxista, militante chavista e jornalista venezuelano.

El «Manifiesto Comunista» [Escuela de Cuadros]O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Os programas podem ser vistos em www.youtube.com/escuelacuadros e www.escuelacuadros.blogspot.com.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ELA denuncia precariedade e vai passar à ofensiva na negociação colectiva

[«ELA está preparada para pasar a la ofensiva en la negociación colectiva»] Varios cientos de delegados y delegadas de ELA se han concentrado esta mañana ante la sede de Iberdrola en Bilbao para denunciar el aumento de la precariedad y la subcontratación en el sector de los servicios privados. Previamente habían participado en una asamblea en la que han reivindicado la subrogación para garantizar la estabilidad de los empleos. En su intervención, el secretario general del sindicato, Adolfo Muñoz, Txiki, ha señalado que «ELA está preparada para pasar a la ofensiva en la negociación colectiva». Junto a Muñoz, ha participado también en la asamblea la secretaria general de la federación de Zerbitzuak, Mari Cruz Elkoro.

Muñoz ha señalado que ELA está dispuesta a pelear contra la precariedad y la subcontratación, para lo que es necesario contar con instrumentos y organización. «No quieren huelgas. No quieren que se discutan las decisiones empresariales y de las administraciones que imponen condiciones de trabajo indignas. Molesta el sindicalismo reivindicativo, y, molesta mucho más, si dispone de instrumentos que facilitan que la gente luche. Por ejemplo, la caja de resistencia», ha subrayado. / Ver: ELA sindikatua

«Censuran y retiran una obra de ARCO momentos antes de que llegaran las autoridades porque aparecían presos políticos»

PSOE y PP apoyan la censura. Sus portavoces han sentenciado que en España no hay presos políticos y punto. artista Santiago Sierra decidió colgar en el estand de la galería Helga de Alvear en ARCO (Feria de Arte Contemporáneo que se celebra en Madrid), una obra compuesta por 24 retratos de «presos políticos». Los 24 retratados aparecen con la cara pixelada, un número identificativo y un texto explicativo. / Ver: insurgente.org

Ver tb: «Valtonyc, 'Fariña' y ARCO: 24 horas negras para la libertad de expresión en España» (publico.es)

«Ocidente é cúmplice nos ataques terroristas a Damasco»

O Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros exigiu a condenação «imediata e firme» das Nações Unidas aos ataques de grupos terroristas radicados na região de Ghouta Oriental contra Damasco e seus arredores, que nas últimas semanas provocaram dezenas de mortos e feridos.
[...]
Agentes ocidentais insistem no guião de Alepo
No mesmo documento, o Ministério afirma que esta escalada ocorre num momento em que responsáveis ocidentais «levam a cabo campanhas que só podem ser classificadas como apoio directo aos terroristas», pelo que os considera «cúmplices dos crimes dos terroristas contra civis inocentes». Como em Alepo.
[…]
O governo sírio denunciou por diversas vezes o facto de os grupos terroristas localizados em Ghouta Oriental usarem a população local como escudo humano. Na segunda-feira, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, também responsabilizou a Frente al-Nusra pelas condições em que a população civil vive naquela região de Damasco, onde é mantida como um «escudo humano», disse, citado pela PressTV.

O ministro russo sublinhou o «enorme esforço» para alcançar acordos sobre a evacuação de pessoas a necessitarem de assistência médica. Já as tentativas para chegar a um acordo sobre uma evacuação em larga escala da população civil foram rejeitadas pelos terroristas da al-Nusra, que «os quer manter como escudos humanos», reforçou Lavrov. (Abril)

«Una democracia de mala calidad pero democracia al fin y al cabo»

[De Juan Manuel Olarieta] A veces ese mismo tipo de argumentos se venden con otro formato: hay libertad, pero está -más o menos- restringida, limitada... Los derechos son como los presupuestos públicos: también se pueden recortar.

Son diferentes maneras de marear la perdiz, buscar eufemismos... Justificar lo injustificable. Cualquier cosa antes que llamar a las cosas por su nombre. (MovimientoPolíticoDeResistencia)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A 15 anos do encerramento do «Euskaldunon Egunkaria»

Dia 20 de Fevereiro de 2003. A Guarda Civil entra no Martin Ugalde Kultur Parkea, em Andoain (Gipuzkoa), e encerra o Egunkaria (durante 13 anos, o único jornal inteiramente publicado em língua basca). Faz hoje 15 anos.

No âmbito da operação, decretada pelo juiz da AN espanhola Juan del Olmo, foram presos e torturados alguns dos responsáveis do diário, entre os quais se incluíam os membros da direcção do periódico Martxelo Otamendi, Iñaki Uria, Joan Mari Torrealdai, Txema Auzmendi e Xabier Oleaga, por alegada integração na ETA.

Acabariam por ser absolvidos pela Audiência Nacional espanhola mais de sete anos passados, em Abril de 2010. Sobre o que significado deste diário para os bascos, mais info aqui.
Declarações de Martxelo Otamendi à saída da prisão Primeiras declarações de Martxelo Otamendi, director do diário Euskaldunon Egunkaria até ao seu encerramento, em 2003, e do diário Berria desde então, à saída da prisão.

Os insultos de Acebes e de vários «jornalistas»O ministro espanhol Angel Acebes a explicar a operação policial: «é uma operação em defesa e protecção dos direitos e das liberdades dos bascos, da sua cultura, do seu pensamento e da expressão da sua língua em liberdade.» Seguem-se vários comentários de «lacaios» integrados em órgãos de comunicação social que servem o capital, o imperialismo, a exploração dos povos e dos trabalhadores.

MpA de Hego Uribe inicia campanha virada para o 8 de Março

O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Hego Uribe (Bizkaia) deu início a uma campanha associada ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.
[Klik egin irudia handitzeko / Clica na imagem para aumentares o seu tamanho]

«Brasil mobiliza-se contra a reforma da Previdência»

A jornada nacional de luta contra a reforma da previdência mobilizou, esta segunda-feira, milhares de pessoas de norte a sul do Brasil. O dia ficou também marcado por críticas à intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada pelo governo golpista.

De acordo com o Brasil de Fato, ontem registaram-se cortes de estradas e encerramentos de agências bancárias, e houve paralisações em diversos sectores de actividade, como transportes, indústria metalúrgica, educação, banca, entre outros. Além disso, em vários estados realizaram-se actos em frente a agências do Instituto Nacional de Segurança Social, que, nalguns casos, foram ocupadas.

A maior manifestação do dia teve lugar na Avenida Paulista, junto ao Museu de Arte de São Paulo, onde se juntaram mais de 20 mil pessoas em protesto contra a reforma da Previdência e denunciando os planos de entrega da Segurança Social e das pensões ao capital privado. De acordo com os organizadores, em Fortaleza (Ceará) a manifestação contra a retirada de direitos reuniu 15 mil pessoas. No Recife (Pernambuco), 5000 pessoas participaram na mobilização.

Nos protestos de Brasília e Belo Horizonte (Minas Gerais) juntaram-se cerca de 3000 manifestantes. Houve ainda manifestações nos estados do Rio Grande do Sul, Alagoas, Piauí, Paraná, Sergipe, Bahia, Rondónia, Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro e Santa Catarina. (Abril)

Valtónyc - «No al Borbó»

É verdade: na «francocracia espanhola», é normal condenar alguém a três anos e meio de prisão por isto. E todos sabemos que «los Borbones son unos ladrones».

Ver: «Condenan a 3 años y 6 meses de prisión al rapero que cantó "los Borbones son unos ladrones"» (actualidad.rt.com)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

«Volver al regazo del PNV o cortar el cordón umbilical»

[De Borroka Garaia] Pese a que estamos a 2018 la realidad material vasca no ha diferido en cuanto a su esencia fundamental: No se puede constituir una clase nacional burguesa vasca porque ya está constituida como española, y sus intereses y suerte corren de la mano del estado español. Debido a que un estado es el control territorial por una clase social con las demás en grado de dependencia, el único margen posible para la independencia vasca es una clase trabajadora dirigente.

He ahí la dificultad máxima del proceso independentista vasco: Que la independencia de Euskal Herria supone una derrota de la burguesía y he ahí también la explicación última de todos los fracasos cosechados hasta ahora: La incapacidad por una insuficiente fortaleza del bloque nacional trabajador vasco derivado de un falta de confianza en las propias fuerzas y las que se puedan desatar, lo cual crea una dependencia a factores externos. (BorrokaGaraiaDa)

«Fazer a América grande através da exploração, servidão e abuso»

[De James Petras] A denúncia pública por milhares de mulheres e alguns homens de que foram vítimas de abuso sexual por parte dos seus patrões levanta questões fundamentais acerca das relações sociais no capitalismo americano.

As ofensas morais são essencialmente crimes económicos e sociais. O abuso sexual é só um aspecto de dinâmicas sociais que facilitam o aumento da desigualdade e concentração de riqueza, as quais definem as práticas e valores do sistema político e económico americano.

Os bilionários e mega-milionários são eles próprios produtos da exploração intensa de dezenas de milhões de trabalhadores assalariados isolados e não organizados. A exploração capitalista está baseada numa hierarquia rígida com suas prerrogativas privadas, as quais permitem aos oligarcas exigirem seus privilégios feudais, suas predações sexuais senhoriais. (Diário Liberdade)

«Manifestación neonazi en Sofia en memoria de un sicario búlgaro del III Reich»

En las calles de Sofia, la capital de Bulgaria, que actualmente ostenta la presidencia de la Unión Europea, desfilaron el sábado durante dos horas las hordas neonazis con antorchas encendidas en honor al general Hristo Lukov, que durante la Segunda Guerra Mundial apoyó al III Reich.

Los nazis, la mayoría vestidos de negro, marcharon hasta la casa de Lukov, donde depositaron coronas de flores en su podrida y repugnante memoria. Al desfile[, que se celebra todos los años desde 2003], se unieron fascistas procedentes de Alemania, Francia, Hungría, Estonia y los países Escandinavos.
[...]
Al criminal nazi lo ejecutó en 1943 la comunista y guerrillera búlgara Violeta Iakova, que, además, era de origen judío. (MovimientoPolíticoDeResistencia)

«Marx e a lógica dialéctica em "O Capital"» [vídeo]

[Néstor Kohan] La epistemología de Marx y la lectura de Lenin sobre Hegel. La tradición dialéctica revolucionaria frente a la impugnación de las METAFÍSICAS «POST» (posmodernos, posestructuralistas, posmarxistas). Discusión sobre los ataques contra la dialéctica: de Eduard Bernstein a Louis Althusser y Galvano Della Volpe.

¿Es viable un marxismo sin dialéctica? ¿Es posible el socialismo sin revolución? ¿Tiene sentido una Teoría Crítica del mercado y la sociedad capitalista si se eluden los conflictos y las contradicciones antagónicas? ¿Se puede cambiar el mundo sin estrategia de poder?

«Marx y la lógica dialéctica en "El Capital"»Otros videos de la serie «Memoria del futuro» de Brancaleone Films: www.cipec.nuevaradio.org

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Um árbitro ameaçou expulsar quem falasse basco no jogo Idiazabal-Elgoibar

Antes do início da partida, que se disputou ontem em Idiazabal (Gipuzkoa), um árbitro espanhol, do comité andaluz, disse aos jogadores das equipas guipuscoanas do Idiazabal e do Elgoibar: «Se alguém falar euskara, vai para a rua».

Mesmo assim, a partida, a contar para a divisão regional guipuscoana (Regional Preferente), foi disputada e os jogadores acataram a «ordem», sob ameaça de expulsão.

Em declarações à Euskadi Irratia, Matias Aranburu, presidente do Idiazabal, e Omar Aizpuru, treinador do Elgoibar, mostraram-se arrependidos por não terem adiado o jogo. Aranburu disse que não deviam ter jogado, depois da atitude «arrogante» do árbitro, no que foi corroborado por Omar Aizpuru: «Foi muito grave. Naquele momento tomámos a decisão de jogar, mas agora, pensando friamente e vendo a agitação que provocou, temos a noção da gravidade» do que se passou, disse.

O árbitro deixou claro que não queria ouvir uma palavra em euskara durante o jogo, alegando que entendia «uma palavra ou outra» mas não seria capaz de entender «insultos e outras coisas». O presidente do Idiazabal tentou explicar-lhe que ali se fala sempre em euskara e disse-lhe que, relativamente a «insultos e faltas de respeito», os iria perceber em qualquer língua, mas o árbitro mostrou-se intransigente e «arrogante».

A um jornal desportivo, Omar Aizpuru, treinador do Elgoibar, disse que foi a primeira vez que passou por uma situação deste género e classificou a atitude do árbitro como «inaceitável». Explicou que ele próprio e alguns dos jogadores, naturais de Azpeitia (Gipuzkoa), não dominam o castelhano e estão habituados a comunicar entre si, durante os jogos, em língua basca - o que não foi lhes permitido ontem.

A decisão provocou grande indignação entre os jogadores, apoiantes e responsáveis de ambas as equipas, que se vão reunir para tomar medidas e fazer queixa do árbitro.

Terça-feira, 15 anos do encerramento do Egunkaria
No dia 20, passam 15 anos sobre o encerramento, por ordem da Audiência Nacional espanhola, do único diário que se publicava inteiramente em euskara, o Euskaldunon Egunkaria. Vários dos seus dirigentes foram então presos e alguns deles torturados. / Ver: mundodeportivo.com/guipuzcoa e eitb.eus

«En el aniversario del Frente Popular»

[De Manuel Navarrete] Los antecedentes, el desarrollo del Frente Popular y la necesidad de recuperar su legado.
[…]
Lo de menos es el nombre del frente en cuestión: lo crucial es entender la política de alianzas de la clase trabajadora en contextos en los que, dada la estructura real de las clases sociales, se muestra insuficiente y estéril el análisis simplista que trata de reducir la lucha de clases a la cuestión de «la burguesía y el proletariado» (válida en todo caso como esquema universal, pero jamás para las luchas concretas, como a la perfección se encargó de plasmar Marx, por ejemplo, en sus análisis políticos sobre Francia).

Cosa distinta es entender que las situaciones de doble poder no son eternas, sino que más temprano que tarde se deslizan hacia un lado o hacia el otro. Lenin lo destacó en las Tesis de abril. Y fue también el maestro en cuanto a la política de alianzas de clases, asumiendo, una vez en el gobierno, tareas pendientes de la revolución democrático-burguesa, como el reparto de la tierra a los campesinos, sin cuya base social los bolcheviques no habrían perdurado en el poder, en un país agrario en el que Moscú y San Petersburgo eran meras «islas».

También nos enseñó Lenin la necesidad y el arte de revolucionar la realidad, incluso aunque la mayoría de los sujetos llamados a protagonizar esto no sean, ni mucho menos, revolucionarios. ¿Y cómo? Haciendo antagonizar a las masas con el poder político, incluso aunque formalmente no se consideren «comunistas». Porque los comunistas siempre serán minoría.

En suma, en la intervención política es estéril lanzar proclamas abstractas sobre el «socialismo» o enarbolar meras frases. Hay que determinar cuál es la contradicción principal en cada momento; la que puede movilizar a las masas y, a la vez, hacerlas antagonizar con el poder político. Y hoy en día, en nuestro contexto y en el plano socioeconómico, esa consigna es el NO al pago de la deuda, unida a la expropiación bancaria y a la ruptura con las instituciones europeas, como se ha venido apuntando desde un sector del movimiento comunista. (redroja.net)

Jornalista britânica na Síria: «Os Capacetes Brancos trabalhavam como terroristas»

[Actualidad RT // Periodista británica en Siria: «Los Cascos Blancos trabajaban como terroristas»] La periodista británica Vanessa Beeley ha realizado una investigación sobre los Cascos Blancos, sus vínculos con los grandes medios occidentales y cómo estos frecuentemente citan a esta organización como fuente fiable a la hora de hablar de supuestos ataques químicos y bombardeos del Gobierno sirio contra la población civil.
[...]
«La mayoría de los grandes medios de comunicación defiende a los Cascos blancos porque ellos no son más que escenógrafos para la política exterior de sus Estados», denuncia Beeley. (lahaine.org)

Ler tb.: Guadi Calvo: «En Siria unos empujan hacia la paz y otros hacia la guerra» (MovimientoPolíticoDeResistencia)

«Intelectuais denunciam em Cuba ofensiva reaccionária na América»

Escritores, cientistas, comunicadores e editores ligados à Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais «Em Defesa da Humanidade», que se juntaram em Havana com o propósito de ali participar na 27.ª Feira Internacional do Livro, sublinharam a necessidade de responder à ofensiva reaccionária crescente no continente americano e no mundo, e vincaram a solidariedade com a Venezuela bolivariana.

Na sessão de encerramento do encontro, o intelectual venezuelano Manuel Azuaje leu uma declaração em que se destaca «a importância de reforçar o trabalho da Rede na actual conjuntura, tendo como principal função abrir brechas no cerco mediático nas mãos de grupos de poder que servem as oligarquias nacionais e o império». (Abril)