terça-feira, 22 de Julho de 2014

O TC rejeita o recurso dos condenados no «caso Bateragune»

O Tribunal Constitucional espanhol (TC) rejeitou, por sete votos contra cinco, os recursos apresentados pelas defesas de Arnaldo Otegi, Sonia Jacinto, Arkaitz Rodríguez e Miren Zabaleta - o de Rafa Díez será analisado mais adiante -, condenados por tribunais espanhóis a penas que vão dos seis aos seis anos e meio de prisão. Com esta decisão, os condenados no chamado «caso Bateragune», responsáveis pela mudança de estratégia da esquerda abertzale, terão de cumprir na íntegra as penas a que foram condenados.

No recurso, as defesas alegavam que tinham sido violados quatro direitos dos arguidos: a presunção de inocência, o princípio da imparcialidade, o princípio da acusação e o direito a uma justiça eficaz. O alto tribunal espanhol rejeitou estas acusações.

Demora a decidir
O alto tribunal espanhol demorou cerca de um ano a decidir se aceitava debater o recurso de amparo - foi apresentado em Junho de 2012 e admitido em Maio de 2013. Ao longo destes meses, o TC indeferiu por duas vezes os pedidos de libertação dos presos, apesar de já terem cumprido três quartos da pena.

Na prisão desde Outubro de 2009
Os cinco presos estão na cadeia desde o dia 13 de Outubro de 2009, quando dezenas de agentes da Polícia espanhola entraram na sede do sindicato LAB em Donostia, onde foram detidos Otegi, Díez, Rodríguez, Jacinto e Rufi Etxeberria. Noutros pontos de Euskal Herria foram presos Mañel Serra, Miren Zabaleta, Amaia Esnal e Txelui Moreno.

Em Setembro de 2011, a AN espanhola condenou Otegi e Díez a dez anos de prisão - acusando-os de «pertença» e «direcção» - e Zabaleta, Rodríguez e Jacinto a oito - acusados de «pertença». Txelui Moreno, Mañel Serra e Amaia Esnal foram absolvidos. Em Maio de 2012, o Supremo Tribunal reduziu-lhes as penas para seis anos e meio e seis anos.

Os cinco condenados, promotores da mudança estratégica na esquerda abertzale, foram acusados de ter tentado reconstruir o Batasuna após a sua ilegalização. / Ver: naiz.eus e Berria

O preso Kepa Arkauz foi agredido no Palácio da Justiça, em Paris

Numa nota, a Etxerat informou que o preso político se recusou a partilhar a cela com um preso comum. A agressão deu-se no dia 16, no Palácio da Justiça de Paris, para onde o preso natural de Arrasate (Gipuzkoa) fora transferido por ordem da juíza Le Vert.

Ao chegar ao Palácio da Justiça, o preso político começou a ser «provocado» pelos polícias que o tinham à sua guarda, refere a Etxerat. Depois, quando lhe disseram que tinha de partilhar a cela com um preso comum, Arkauz recusou-se. Contudo, os polícias insistiram e, quando o estavam a meter na cela o outro preso, o arrasatearra tentou sair, e quatro gendarmes lançaram-se sobre ele.

Um deles agarrou Arkauz pelo pescoço, não o deixando respirar, enquanto os outros três o puxavam pelas mãos e o tentavam deitar ao chão. Ainda assim, Arkauz conseguiu sair da cela, o que levou os polícias a «negociarem com ele» e a conduzirem-no a uma outra cela.

Como consequência da agressão, que foi ouvida por outro preso político que se encontrava nas galerias do palácio, Arkauz ficou com marcas no pescoço e com um hematoma. A Etxerat informa ainda que o preso de Arrasate se encontra sem companheiros do Colectivo na cadeia de Villepinte desde 6 de Junho. / Ver: Berria e etxerat: 1 e 2

PELA LIBERTAÇÃO DE IPARRAGIRRE
A plataforma Iparra Galdu Baik, de Ondarroa (Bizkaia), preparou um conjunto de iniciativas para este mês com o intuito de exigir a libertação do preso político ondarrutarra Ibon Iparragirre. Neste contexto, realizou-se uma concentração – que incluiu foto de um painel gigante – no sábado, 19, junto à praia de Arrigorri.

Cerca de 70 pessoas juntaram-se no miradouro contíguo à praia de Arrigorri, em Ondarroa, para participar no painel gigante composto pela Iparra Galdu Baik para exigir a libertação de Iparragirre e, de uma forma geral, de todos os presos políticos com doenças graves. Seguiu-se uma concentração com a duração de 20 minutos. / Ver: lea-artibai.hitza e Turrune!

CONCENTRAÇÃO EM IRUÑEA
Como é habitual às segundas-feiras, realizou-se ontem à tarde, dia 21, uma concentração frente à sede do PP na capital navarra para reivindicar o direito dos presos políticos bascos a viverem livres em Euskal Herria.
Na mobilização, em que estiveram presentes 51 pessoas, exibiram-se faixas com os seguintes lemas: «Euskal Preso eta Iheslariak Herrira», «La dispersión mata» e «Epaiketa politikorik ez / No a los juicios políticos». / Ver: lahaine.org

Borroka Garaia: «Perdona, Palestina»

Los procesos de liberación nacional vasco, catalán y gallego quedan tocados y deslegitimados cuando la UE, EEUU, Israel o el imperialismo son tratados de democráticos o supuestos aliados. Pues precisamente todos ellos son entes de máximo rango en la opresión nacional y social. (BorrokaGaraiaDa)

«El boicot a Israel, al alcance de tus manos» (ahotsa.info) [Boicote: listas de produtos]
La campaña de boicot a los productos israelíes cobra mayor protagonismo tras dos semanas de continuos bombardeos en la Franja de Gaza que han dejado ya más de 450 muertos. A nuestro alrededor, muchas empresas se lucran gracias al apartheid sionista. [Na imagem: manifestação solidária com a Palestina em Baiona.]

«Es hora de conocer un poco más la realidad», de Fidel CASTRO (boltxe.info)
En la recién concluida reunión de Fortaleza se aprobó una importante Declaración entre los países que integran el grupo BRICS.

«Debemos alcanzar la paz», de Iván MÁRQUEZ (lahaine.org)
No hemos venido a La Habana a negociar la impunidad del Estado y sus paramilitares, responsables de más del 80 por ciento de las víctimas

Mural antifascista em Bilbo

Bilboko mural antifaxista [Erre Harria] Contra o fascismo, organização e luta!
Faxismoaren aurka antolakuntza eta borroka!
Ontem, hoje e sempre, a luta é o único caminho!
Atzo, gaur eta beti, borroka da bide bakarra! / Ver: SareAntifaxista

Estão aí as festas de Baiona: populares, bascas, solidárias e igualitárias

Os membros da Baionako Gazte Asanblada (BGA) [Assembleia Juvenil de Baiona] querem transformar a Patxa plaza, bem no centro de Baiona Ttipia, num espaço devotado às festas populares. Pela primeira vez, haverá txosnas nas festas, e a BGA já organizou uma pipa de iniciativas. No dia 26, por exemplo, realiza-se o Gazte Eguna [Dia da Juventude]; e a 27 há o Elkartasun Eguna [com os presos e os refugiados políticos bascos].

Amanhã, 23, dia do início das festas, a BGA vai participar nas actividades organizadas por uma plataforma de cidadãos de Baiona que querem trazer para a praça pública duas reivindicações: o repatriamento dos preso políticos e a afirmação da identidade basca. / Mais informação: topatu.info

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Askapena e Ahaztuak afirmaram em Gernika que o «sionismo é fascismo»

Na sexta-feira, 18, mais de cem pessoas juntaram-se em Gernika, no acto realizado pela Ahaztuak 1936-1977 e pela organização internacionalista basca Askapena para denunciar a agressão sionista ao povo palestiniano.

Sobre o que se está a passar na Palestina, Martxelo Alvarez, da Ahaztuak, afirmou: «o autoritarismo fascista não está ultrapassado; queremos denunciar o fascismo hoje vigente em nome do sionismo. O Estado sionista de Israel está a destruir a Palestina, de forma cruel e trágica. Caem bombas em Gaza, como caíram em Gernika em 1937».

Um membro da Askapena também estabeleceu a ligação entre Gernika e Gaza, afirmando que «Gernika se tornou um testemunho inesquecível da agressão fascista» e sublinhando que, ao virarmos o olhar de Gernika para Gaza, hoje, o fascismo continua a oprimir o mesmo povo, na medida em que o capitalismo e o imperialismo impõem a defesa dos mesmos interesses e privilégios.

Para a Askapena, estes últimos acontecimentos não podem ser vistos de forma isolada e têm de ser encarados como um novo ataque do imperialismo. Também por isso, fez um apelo à intensificação da campanha de boicote a Israel, a diversos níveis, e de solidariedade com a Palestina. / Mais fotos e informação: boltxe.info e busturialdea.hitza

Pescadores Barbudos retiram bandeira espanhola da Câmara Municipal de Elizondo

Os já bem conhecidos arrantzale bizardunak apareceram ontem em Elizondo (Baztan, Nafarroa). Os já famosos arrantzale bizardunak voltaram a aparecer ontem, na localidade navarra de Elizondo. Ali, retiraram a bandeira espanhola da Câmara Municipal e, depois, colocaram nos mastros os símbolos de Euskal Herria: a ikurriña e a bandeira navarra, juntamente com a bandeirola a favor do repatriamento dos presos políticos bascos.
Recentemente, um tribunal de Iruñea tinha deferido o recurso do Governo foral contra a presença da ikurriña no varandim municipal. / Ver: ahotsa.info e lahaine.org

PCB: «São décadas de invasão e terror provocado por Israel contra o povo palestino»

Israel há décadas invade as terras palestinas, ora oculta, ora escancarada a invasão sionista se mantém com o respaldo dos EUA e seus subalternos. Para o imperialismo é fundamental ter Israel como seu fiel escudeiro, conter a resistência e a luta do povo Palestino, para o Capital significa condições mais favoráveis de intervenção no Oriente Médio, região rica em petróleo, matéria-prima fundamental em seu processo de produção e acumulação de riqueza. (Diário Liberdade)

«Sanções e aviões de passageiros», de Paul CRAIG ROBERTS (odiario.info)
Diz o autor que «o império de Washington começa a abrir fissuras, uma circunstância que vai trazer consigo uma acção desesperada». As «fissuras» que aponta resultam de o imenso poder militar da maior potência imperialista ter cada vez menor correspondência com o respectivo poder económico, e do processo de «desdolarização» de um volume crescente de trocas económicas internacionais. A «acção desesperada» verifica-se em diversas partes do mundo, mas pode estar em curso - com ainda maior gravidade e aventureirismo - na Ucrânia.

Norte Apache + Fat Fish (Kalashnikov): «Artaldea»

[Rebanho]. Juntaram-se os biscainhos e os alaveses à esquina e fizeram um bom tema.

domingo, 20 de Julho de 2014

Homenagem em Artxanda aos militantes anarquistas que lutaram contra o fascismo

O sindicato CNT homenageou ontem, dia 19, no monte Artxanda (Bizkaia), todas e todos os militantes anarco-sindicalistas que participaram «na luta contra o fascismo e pela revolução social». «A memória daqueles que foram assassinados pela ditadura franquista só se manterá viva se seguirmos o seu exemplo de coerência e dignidade», referiu a organização.

O acto teve lugar frente ao monumento conhecido como Hatz-marka ou La Huella e que foi erigido em homenagem às pessoas que combateram contra o franquismo. «A 77 anos do início da revolução social protagonizada por milhares e milhares de militantes, hoje voltamos a mostrar o nosso compromisso com a luta pela emancipação da classe trabalhadora», prosseguiu o CNT.

Neste contexto, o sindicato afirmou que a sua aposta de hoje «é a mesma de sempre: auto-organização popular, acção directa e solidariedade entre quem sofre as consequências do capitalismo». / Ver: herrikolore.org

Ver também: «Aire anarkistak Alderdi Ederren» (Berria)
Tropa frankisten altxamenduaren urtemuga izan zen atzo. Uztailaren 18a. Mugarri baino gehiago, amildegi izan zen; aldi gaitz baten hasiera, orain 78 urteko udara bizi izan zuten gizon-emakumeentzat. Urtemugaren harira, ekitaldi ugari egin ziren atzo. Horietako bat Donostian izan zen: egun osoan egin ziren Kasilda Hernaez eta Felix Likiniano anarkisten figurak oroitu eta ezagutarazteko ekitaldiak, eta, arratsaldean, Iñaki Egaña historialariaren eskutik, 1936ko gerrako lehen egun haietan esanguratsuak izandako lekuak bisitatzeko aukera izan zen Amara auzoan.
[No dia em que passavam 78 anos do golpe de Estado fascista, o historiador Iñaki Egaña explicou como, no início da Guerra de 36, se fez frente às forças franquistas nas ruas de Donostia. A cidade viveu dias de uma luta feroz, com barricadas nas ruas, que forçariam o êxodo de mais de 50 mil dos seus 85 mil habitantes. Os militantes anarquistas Kasilda Hernaez e Felix Likiano, dois heróis da luta antifascista, não foram esquecidos e foi-lhes tributada uma homenagem.]

A ETA desmantelou «a estrutura logística e operacional da luta armada»

A ETA afirma ter desmantelado as estruturas logísticas e operacionais da luta armada, no âmbito de um processo que visa concluir «a passagem do ciclo da confrontação armada para o da confrontação democrática», num comunicado datado de 15 de Julho enviado ao jornal Gara e ao portal naiz.eus, e parcialmente divulgado ontem à tarde.

A referida organização basca informa que o «primeiro pilar» desta remodelação se relaciona com o «selamento verificado dos depósitos de armas» anunciado em Fevereiro deste ano. O «segundo pilar» deste processo terá a ver com o «desmantelamento das estruturas logísticas e operacionais derivadas da luta armada».

A organização informa ainda que, a partir de agora, irá reforçar a estrutura que tem como missão levar a cabo tarefas políticas; e também as que têm «como objectivo propiciar conversações entre as partes para fazer avançar o processo de paz».

Para a ETA, os passos dados têm como objectivo a superação de todas as consequências do conflito, nas quais enquadra o seu desarmamento e o regresso a casa dos presos e dos refugiados políticos. Cumpridos estes objectivos, entende a organização que ficaria definitivamente superada a fase da confrontação armada; a resolução do conflito político seria da responsabilidade dos agentes políticos e sociais.

A ETA entende que não lhe compete tomar decisões sobre questões políticas [esan du berari ez dagokiola gai politikoei buruzko erabakiak hartzea] e que é às organizações da esquerda abertzale e aos seus militantes que cabe o papel de «assumir a liderança e a responsabilidade de dirigir o processo de libertação nesta fase». Acrescenta que, quando apresentar o seu «ponto de vista ou contributo», o fará assegurando-se de que não substitui ninguém ou se apropria das tarefas de outros. / Ver: Berria e pakitoarriaran.org

A Ahaztuak recordou luta antifranquista e exigiu remoção de símbolos fascistas

Na sexta-feira, 18 de Julho, um grupo de pessoas concentrou-se junto ao edifício das Finanças, em Bilbo, para exigir a remoção da águia franquista da sua fachada, na sequência do apelo lançado pela Ahaztuak 1936-1977.

No texto da convocatória, a Ahaztuak recorda que, ano após ano, denuncia a presença do enorme escudo fascista no edifício, «perante a completa passividade das instituições que dizem "ser democráticas" e "estar com as vítimas do franquismo"».

A associação recorda ainda que no dia 18 passavam 78 anos sobre o golpe militar de 1936, «uma sublevação fascista» que arrasou a ferro e fogo com a «esperança - materializada no regime da II República - de se avançar para uma democracia real e com justiça social». Assim, com a iniciativa desta sexta-feira, a Ahaztuak queria também recordar «o que representou o golpe armado contra a vontade popular» e «honrar as pessoas que lutaram contra ele». / Ver: lahaine.org [com mais fotos] e boltxe.info

Paula Frere Flesler: «La influencia del sionismo en la sociedad israelí»

si la sociedad israelí, o gran parte de ella, no conoce otra historia que la programada por el gobierno, supone que su postura seguirá siendo la misma, y que ante un 'posible ataque', es mejor la prevención. Existe un cerco que reduce el territorio palestino al mínimo y los israelíes apoyan esas decisiones. Mientras el gobierno fije sus pautas y el pueblo no las revoque, el conflicto entre Israel y Palestina no tendrá caducidad. (lahaine.org)

Ver também: «[Vídeo] El régimen de Israel amplía la operación terrorista en la Franja de Gaza», de RT / La Haine (lahaine.org)

SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA
Mural realizado em Lesaka (Nafarroa, EH). / Via: komiteinternazionalistak.org

sábado, 19 de Julho de 2014

Não aos julgamentos políticos: liberdade para os 28!

A 22 de Outubro de 2010, cerca de duas dezenas de jovens independentistas bascos foram detidos e ficaram incomunicáveis, sendo depois torturados e encarcerados. Alguns fugiram para Iparralde e acabaram por ir parar à prisão mais tarde. Depois de passarem um ano e meio em prisões da região de Madrid, saíram em liberdade condicional, e encontram-se à espera de julgamento. O Ministério Público pede seis anos de prisão para cada um destes jovens, que acusa de pertencerem à organização juvenil revolucionária Segi. O julgamento começa em Setembro.

Ontem, dia 18, centenas de pessoas juntaram-se em Zumaia (Gipuzkoa) numa concentração contra os julgamentos políticos e em solidariedade com os 28 jovens independentistas que em Setembro começam a ser julgados, em especial com Beñat Lizeaga, que é da terra.
No bairro bilbaíno de Santutxu, centenas de pessoas juntaram-se para participar numa enorme fotografia solidária com Xabat Moran e Ikoitz Arrese, também envolvidos no processo acima referido, e para exigir o fim dos julgamentos políticos.
Recentemente, realizaram-se também assembleias e iniciativas solidárias em Atarrabia (Nafarroa), terra de Eneko Villegas, e Itzubaltzeta/Erromo, terra de Imanol Beristain. Outras se seguirão, noutras localidades, nos próximos dias. / Ver: uriola.info, ukberri.net, 28aklibre e 28akerelibre [Epaiketa politikorik ez! 28ak libre!]

Solidariedade com os grevistas bilbaínos: Urtzi ta Telle aske!

Acção levada a cabo na Deustuko Erribera, em Bilbo. Esta é uma de muitas acções solidárias com os jovens bilbaínos Urtzi Martínez e Jon Telletxea, que correm o risco de ser encarcerados por fazerem pintadas na greve geral de 29 Março de 2012.
Julgados a 11 de Setembro de 2013, foram ambos condenados a 15 meses de cadeia, acusados de provocar desordens públicas no decorrer da greve geral. Contudo, a Procuradoria recorreu da decisão - «por agravante de disfarce» -, e a Audiência Provincial da Bizkaia agravou a pena, condenando-os a dois anos e meio de prisão (o que já implica cumprimento efectivo).

Bat kolpatzen badazue, guztiak kolpatzen gaituzue!
Quando atacam um de nós, atacam-nos a todos!

Protesto contra «o silêncio cúmplice» da Igreja perante o fascismo em Iruñea

Uma concentração convocada pela Coordinadora de Pueblos de Navarra por la Memoria denunciou hoje a cumplicidade do Arcebispado com as missas de homenagem a fascistas que se celebram todos os meses no Monumento aos Caídos. A referida coordenadora denuncia o «silêncio cúmplice» do arcebispo da diocese de Pamplona e Tudela com actos que violam a Lei Foral de Memória Histórica, celebrados todos os meses na cripta - de que o Arcebispado possui o usufruto perpétuo - sita no edifício municipal conhecido como Monumento aos Caídos, «que representam o enaltecimento do golpe de estado militar, fascista e genocida de 1936, protagonizado por Franco, Mola e outros militares sublevados de má memória».

Exige ainda ao arcebispo que impeça a celebração de «actos imorais disfarçados de missas de aniversário, levados a cabo na cripta pelos Cavaleiros Voluntários da Cruz, em que se enaltece o golpismo e os crimes contra a humanidade a que estes indivíduos continuam a chamar "Cruzada por Dios y por España"», bem como a «trasladação imediata dos restos mortais dos generais golpistas Emilio Mola e José Sanjurjo para um lugar privado», considerando que «a persistência do monumento, símbolo do golpismo e da ditadura franquista», constitui uma «ofensa e humilhação para as mais de 3500 vítimas» do franquismo em Nafarroa, seus familiares e todos os navarros. / Ver: ahotsa.info e Sanduzelai_Leningrado [Na imagem, primeira página do Diario de Navarra há 78 anos.]

Concentração solidária com os presos políticos no Paella Eguna

Como é habitual, a associação Etxerat convocou para o dia do concurso internacional de paellas, que se realiza nos campos de Aixerrota (Getxo, Bizkaia) a 25 de Julho, uma concentração solidária com os presos e os refugiados políticos bascos. A mobilização terá lugar das 12h30 às 13h30.
Euskal preso eta iheslariak etxera!

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

Sindicatos e colectivos sociais bascos mantêm luta contra a privatização do Kutxabank

Numa conferência de imprensa que ontem teve lugar na capital biscainha, representantes dos sindicatos LAB, ELA, EHNE, HIRU, ESK e STEE-EILAS e de cerca de duas dezenas de colectivos sociais afirmaram que a luta contra a privatização do Kutxabank vai continuar e destacaram o facto de terem trazido a questão para o centro do debate sociopolítico.
Os sindicatos e as organizações sociais que integram a plataforma contra a privatização do Kutxabank destacaram o facto de terem conseguido trazer a questão da privatização das Caixas Bascas-Kutxabank para o centro do debate social e político e afirmaram que a luta ainda só agora começou, pelo que as mobilizações estão para durar.

Na conferência de imprensa que se realizou ontem de manhã em Bilbo, os responsáveis da plataforma exigiram que «nem uma única acção do Kutxabank fique nas mãos do capital privado, que as acções não entrem na Bolsa e sejam cedidas às instituições públicas».

Estes dirigentes criticaram os partidos que apoiam a privatização - PP, PSOE e PNV - «por se terem colado ao lobby económico que gere o Kutxabank», reafirmaram a defesa de um sistema financeiro público basco e exigiram o fim deste «saque contra a sociedade basca». / Ver: asterkaridigitala.net / Mais informação: lab.eus [em euskara] e ela-sindikatua.eus [em castelhano]

O Município de Gasteiz pede a libertação de José Ramón López de Abetxuko

A Câmara Municipal de Gasteiz aprovou uma moção em que pede a libertação do preso político José Ramón López de Abetxuko, gravemente doente, por razões humanitárias. O Bildu, os jeltzales e os chuchalistas votaram a favor. O PP opôs-se.

A moção, que contava com o apoio de 595 assinaturas de pessoal do sector da Saúde e 2538 assinaturas de outros cidadãos, foi apresentada por Bildu e PNV e é muito semelhante à que foi aprovada na sessão plenária de 28 de Dezembro de 2012, na qual se pedia a libertação de Gotzone Lopez de Luzuriaga – que saiu da cadeia após a anulação da doutrina 197/2006 (Parot) – e também de López de Abetxuko, devido ao seu estado de saúde.

A moção sublinha que López de Abetxuko está há 24 anos na cadeia, a maior parte dos quais doente, e que o seu estado de saúde piorou desde a última moção aprovada na Câmara a solicitar a sua libertação; recorda que o preso tem uma cardiopatia grave e várias doenças degenerativas; solicita a sua libertação por razões humanitárias; exige que, até lá, seja transferido da cadeia asturiana de Villabona para a de Zaballa, em Araba (Euskal Herria). / Ver: naiz.eus

ORDEM DE PRISÃO PARA JOKIN ARANALDE
A Audiência Nacional espanhola deu ordem de prisão a Jokin Aranalde, membro do grupo de diálogo do Colectivo de Refugiados Políticos Bascos ontem detido pela Polícia francesa em Ipar Euskal Herria e extraditado de imediato.

Aranalde foi presente, hoje de manhã, a um juiz do tribunal de excepção espanhol, que o acusou de colaboração com a ETA e lhe deu ordem de prisão. / Ver: naiz.eus e Berria

QUESTÕES: É agora normal publicar notícias sobre rachados? E publicá-las num espaço contíguo ao das notícias sobre presos firmes, que não se dobram, que a mass merdia denigre?

Borroka Garaia: «Si convences de que lo deje a un madero, te daremos un caramelo»

La resolución del conflicto partirá de la justicia o no será tal. Pues paz sin justicia no es paz, ya que la justicia es su condimento indispensable. Sin ese ingrediente se puede hablar de muchas cosas pero no de paz. El proceso debe partir de una base de justicia, y esa no es otra que la democracia real y el ejercicio de los derechos conculcados a Euskal Herria. O lo que es lo mismo; su libre autodeterminación. Sin esa base no hay proceso de paz ni de resolución porque ese y no otro es el origen del conflicto. (BorrokaGaraiaDa)

«Provocación insólita», de Fidel CASTRO (lahaine.org)
A su vez, coincidiendo con el crimen del avión de Malasia, el primer ministro de Israel Benjamín Netanyahu, jefe de un estado nuclear, ordenaba a su ejército invadir la Franja de Gaza, donde habían muerto ya en pocos días cientos de palestinos, muchos de ellos niños.

«De La Batalla de Argel a la Batalla de Gaza», de Carlos PATIÑO (boltxe.info)
El sionismo tiene como objetivo la destrucción de Palestina y el exterminio de su población. Israel ocupa ilegalmente los territorios palestinos. Como señala Ilan Pappé, se trata de una dominación colonial, racista y opresora que cuenta con el respaldo de EEUU y el imperialismo europeo que hoy hacen, a los palestinos, lo que en otro momento el nazifascismo hizo con los judíos y gitanos.

«As vantagens competitivas da desertificação», de Rui SILVA (manifesto74)
o mesmo cavalheiro que há tempos atrás referia, perante a incredibilidade dos portugueses, que o país está melhor (apesar do povo se encontrar em pior situação), deu ontem novo contributo para o triste e bizarro anedotário político dos partidos do arco da Banca ao afirmar que existem oportunidades competitivas que resultam do encerramento de serviços públicos no interior do país.

O SAT entrou no terreno militar de Las Turquillas

Cerca de 300 jornaleiros do Sindicato Andaluz dos Trabalhadores (SAT) entraram na propriedade militar de Las Turquillas, em Osuna (Sevilha), para reclamar a terra. É a sétima ocupação parcial do terreno desde 2001.

Os jornaleiros, com o seu líder, Diego Cañamero, à frente, passaram por um primeiro controlo da Guarda Civil, andaram um quilómetro na zona civil destas instalações do Ministério da Defesa espanhol, chegando então ao recinto militar, protegido por uma vedação metálica e por numerosos agentes do instituição armada.

Nessa zona, os jornaleiros do SAT, que levavam bandeiras andaluzas e do Che, queriam instalar hoje um acampamento, mas a Guarda Civil avisou-os que não os iria deixar acampar, referiu Cañamero, que foi condenado a sete meses de prisão pela ocupação realizada no Verão de 2012.

Cañamero sublinhou que, com esta ocupação, pretendem que os 1200 hectares da propriedade sejam mais bem aproveitados e que uma parte seja cedida às cooperativas. O sindicato referiu-se também à necessidade de «fazer frente ao dramático problema do desemprego massivo que aflige a comarca da Sierra Sur, superior a 45%».

No seu portal, o SAT afirma que escolheu esta data – 18 de Julho – pelo seu simbolismo, lembrando que o golpe de Estado militar de Franco impediu a aplicação da Lei da Reforma Agrária que a II República lançara sob o governo da Frente Popular, e que «estas terras das Turquillas faziam parte da reforma agrária prevista». / Ver: naiz.eus e SAT

Albokaris nas ruas de Bilbo [Aste Nagusia, 2009]

Kalejira [Vídeo de Gabirel] Konzentratzioa [Vídeo de Koska Irratia]

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

O refugiado Jokin Aranalde foi preso e extraditado

O refugiado político basco Jokin Aranalde (Gaztelu, Gipuzkoa) foi preso esta tarde, pelas 16h00, no País Basco Norte. Saiu de uma consulta em Beskoitze (Lapurdi) e dirigia-se para Baiona quando foi detido «de forma violenta», referiu a sua mulher.

Depois de sair da consulta, Aranalde, que se encontrava acompanhado pela mulher, dirigiu-se para Baiona. Pouco depois, já na auto-estrada, apareceram várias viaturas, cujos ocupantes, segundo afirma Gotzone Ijurko, os obrigaram a parar à ponta de pistola. Ainda de acordo com a esposa, a detenção foi violenta, com Aranalde a ser retirado do carro algemado. Mais tarde, Gotzone recebeu uma chamada da esquadra de Donostia a dizer-lhe que o marido ali se encontrava e que seria levado para o tribunal de excepção espanhol, mas sem precisar quando.

Compromisso firme
Jokin foi detido, em Heleta (Nafarroa Beherea), a 24 de Junho do ano passado, na sequência do comício realizado, a 15 do mesmo mês, pelo Colectivo de Refugiados Políticos Bascos (EIPK) em Miarritze. Aranalde é membro do grupo de diálogo do EIPK.

No dia 25 de Setembro de 2013, o Tribunal de Pau, depois de várias sessões a estudar o mandado europeu emitido contra Aranalde pela AN espanhola, deu luz verde à sua extradição, mas os seus advogados interpuseram um recurso. A 30 de Outubro, o Tribunal de Cassação de Paris indeferiu o recurso e aprovou a extradição para o Estado espanhol.

No dia seguinte, Jokin Aranalde fez saber, numa carta, que assumia uma «atitude insubmissa», na medida em que, enquanto porta-voz do EIPK, o seu compromisso é o de trabalhar até «que o último refugiado e deportado regresse a Euskal Herria, para que todos possam viver num país livre».

Concentrações em Ibarra e Hendaia
Para denunciar a detenção de Aranalde, foi convocada uma concentração para hoje, às 20h00, na Ibarrako plaza, em Ibarra – localidade onde Jokin viveu muitos anos –, e outra para amanhã, às 19h00, em Hendaia, junto ao Casino velho. / Ver: naiz.eus e Berria

Refugiados políticos bascos. «Herria dugu arnas» O povo é a nossa força, e a razão, e o apoio, e o objectivo. Herria dugu arnas.

Luis Goñi castigado e transferido para Algeciras

Luis Goñi, preso político basco natural de Barañain (Nafarroa), foi transferido para a cadeia de Algeciras (Andaluzia) como castigo por ter discutido com um funcionário prisional em Daroca (Saragoça), cadeia onde se encontrava com outro preso político basco. Ambos foram classificados como presos de primeiro grau (o regime penitenciário mais restritivo) e receberam ordem de transferência para cadeias bem mais distantes de Euskal Herria: Algeciras e Monterroso (Galiza).

Foi o próprio preso político de Barañain que comunicou estes factos aos seus familiares por telefone. Ao que parece, depois de uma discussão sem qualquer importância com um funcionário, um outro tomou o assunto em mãos, elaborando relatórios sobre os dois presos que se iriam traduzir no castigo referido. / Ver: ahotsa.info

DEFESA DOS DIREITOS DOS PRESOS... PARA A MONTANHA
Praticantes de desportos de montanha de Euskal Herria – de escalada, alpinismo e de outras disciplinas – lançaram a iniciativa «Mendira» [para a montanha], com a qual pretendem levar a reivindicação da defesa dos direitos dos presos e dos refugiados políticos bascos das ruas para os montes. A iniciativa foi apresentada na terça-feira, 15, em Donostia, por um conjunto de desportistas. / Mais informação: naiz.eus e Mendira

EM SANTURTZI, HÁ TXOSNA!
Goza as festas desta terra costeira biscainha e apoia os presos políticos bascos na txosna respectiva. O ambiente é excelente, dizem, e as bokatas têm nomes mais que sugestivos!... / Mais informação aqui e aqui.

Ahaztuak 1936-1977 e Askapena: «18 de julio. Porque tenemos memoria: No a la impunidad franquista, No a la impunidad sionista»

Del mismo modo y entendiendo que la Memoria Histórica Democrática y Antifascista no es algo que solo tenga referencias al «pasado» sino que nos lleva a ver que el autoritarismo de corte fascista no es desgraciadamente algo ya superado queremos denunciar tambien el fascismo que con el nombre de sionismo está hoy golpeando nuevamente desde el estado de Israel al pueblo palestino arrasando de forma cruel y trágica bajo las bombas el territorio de Gaza al igual que hizo con Gernika en 1937(boltxe.info)

«18 de julio en Gasteiz: Concentración contra la impunidad del franquismo», de Plataforma Vasca contra los Crímenes del Franquismo (SareAntifaxista)
Este viernes 18 de julio se cumplen 78 años de aquella sublevación cívico-militar derechista bautizada como «santa cruzada» por la jerarquía católica española y que provocó una guerra desigual en la que los golpistas contaron con la ayuda de los ejércitos de Hitler y Mussolini.

«Memoria antifascista», Andoni BASERRIGORRI (BorrokaGaraiaDa)
El antifascismo nunca puede ni debe ser una estética ni una manera de vestir o una determinada música. El antifascismo es ante todo compromiso y lucha, determinación para hacer frente a quienes llevan siglos amargándonos la vida, a quienes nos niegan todos los derechos que como clase, personas y nación nos corresponden. El antifascismo es internacionalismo y amor hacia otros pueblos que luchan en lejanas o cercanas tierras pero por los valores antes citados.

Milhares de pessoas nas ruas de Euskal Herria contra a repressão sionista

Hoje, milhares de pessoas deixaram claro nas ruas de Euskal Herria o seu repúdio pelo ataque do Exército sionista ao povo palestiniano. O Komite Internazionalistak e a Askapena fizeram um apelo à intensificação do bloqueio e da pressão sobre Israel como forma de ajuda à Palestina, pois «não é possível ficar de braços cruzados face a um genocídio imparável»; pediram também o fim do bloqueio imposto a Gaza em 2006.

Milhares nas ruas de Bilbo: Palestina askatu! Milhares de pessoas participaram nas mobilizações dos últimos dias e nas manifestações de hoje em Bilbo (2500), Billabona, Donostia (mil), Eibar, Elgoibar, Ermua (80), Errenteria, Gasteiz (500), Ibarra, Iruñea (mil), Oñati, Plentzia, Tolosa (300), Zumaia. [Os números apontados são referidos no Komite Internazionalistak. 1 e 2 / Mais informação: topatu.info [muitas fotos], lahaine.org e ahotsa.info [vídeo de Iruñea] e askapena.org [vídeo de Gasteiz]

Leitura:
«Telavive é Europa», de Bruno CARVALHO (manifesto74)
Não sei que efeito terão tido as suas palavras sobre os militares israelitas que esta tarde metralharam quatro crianças que jogavam futebol numa praia de Gaza. Mais um aborrecimento para os porta-vozes do único país que não tem regime no Médio Oriente. A única democracia da região teve de inventar uma desculpa para o acontecimento. Aos dóceis correspondentes estrangeiros bastou-lhes a razão apresentada: na praia, havia um contentor que era do Hamas. Não havia necessidade para tanto esforço. Se lhes dissessem que os chapéus-de-sol eram propriedade daquela organização, também servia.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

A segunda marcha ciclista contra o TGV vai percorrer a Bizkaia

A II Marcha Ciclista contra o TGV, organizada pelo Mugitu! Mugimendua, irá decorrer entre 25 de Julho e 2 de Agosto no território da Bizkaia e terá como lema «Herririk herri, txikizioaren aurka mugi!» [de terra em terra, mexe-te contra a destruição].

A edição deste ano da marcha «desobediente» vai percorrer inúmeras localidades e comarcas biscainhas: começa em Durangaldea e, depois de atravessar Arratia, Txorierri, Urdaibai, Uribe Kosta, Ezkerraldea, Enkarterriak e Hego-Uribe, termina em Bilbo. Com esta iniciativa, o Mugitu! pretende divulgar o repúdio pelo TGV.

Os organizadores querem juntar-se «a grupos e pessoas que resistem à desfiguração do território em localidades e bairros», bem como realizar encontros com a população directamente afectada por esta infra-estrutura e com colectivos que estão a lutar pela defesa da terra e a levar a cabo iniciativas com vista à sua recuperação colectiva. / Ver: naiz.info / Ler comunicado e ver programa: mugitu!

Corte de estrada em Sakana pela libertação dos presos doentes [vídeo]

No dia 12 de Julho, na auto-estrada junto a Arbizu (Sakana, Nafarroa). No dia 12, um grupo de desconhecidos cortou a auto-estrada junto a Arbizu (Sakana, Nafarroa) para reivindicar a libertação dos presos políticos bascos com doenças graves.
A acção foi realizada em solidariedade com Ventura Tomé (Tafalla, Nafarroa), Ibon Iparragirre (Ondarroa, Bizkaia) e demais militantes bascos com doenças graves sequestrados nos cárceres espanhóis e franceses. / Ver: topatu.info e ahotsa.info

Acção em Basauri contra o massacre do povo palestiniano [vídeo]

Iniciativa da Ernai de Basauri (Bizkaia) Com esta acção, a organização juvenil basca pretendeu denunciar o genocídio do povo palestiniano perpetrado pelo Estado de Israel. A pintura de uma parede de uma loja do Carrefour insere-se na campanha de boicote aos produtos israelitas. / Ver: lahaine.org
Lista actualizada das mobilizações convocadas para os próximos dias, em Euskal Herria, em solidariedade com o povo palestiniano e contra o Estado sionista e os seus colaboradores - em Komite Internazionalistak e Askapena

Carlo Frabetti: «La tortura como estrategia política»

La tortura, la más repugnante forma de represión y de abuso de poder, es obviamente incompatible con el Estado de derecho, y por eso su práctica sistemática nunca es reconocida. Pero negar la evidencia de la tortura es cada vez más difícil. Cada vez requiere mayor cinismo por parte del poder y mayor necedad por parte de quienes se creen sus mentiras y omisiones, pues el conocimiento de los hechos objetivos -los obstinados hechos- está, cada vez más, al alcance de cualquiera que tenga acceso a un ordenador. (boltxe.info)

«El PNV colaboró en el cierre de Egin», de Igor MELTXOR (lahaine.org)
Se cumplen 16 años del cierren de los medios de comunicación EGIN y EGIN IRRATIA. [...] Este relato trata de demostrar la colaboración directa y necesaria del PNV en la clausura del diario EGIN. Sin ellos nunca hubiera sido posible.

«Nota de repúdio à violência policial que feriu 15 jornalistas e comunicadores neste domingo (13/07)», de Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (PCB)
Sob a justificativa da garantia da ordem durante a final da Copa do Mundo, neste domingo (13/7), no Maracanã, o Estado brasileiro e o governo estadual do Rio de Janeiro ignoraram direitos individuais e coletivos de brasileiros e visitantes, assim como cassaram a liberdade de expressão e a de imprensa. O aparato militar armado utilizado para reprimir as manifestações que ocorreram ao longo do dia na Tijuca resultou em prisões arbitrárias, ferimentos e no cerceamento do ir e vir de manifestantes e também de pelo menos 15 jornalistas e comunicadores populares.

VII Cadeia Humana pola Liberdade d@s pres@s independentistas, em Compostela

Por sétimo ano consecutivo o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR organiça a VII ediçom da Cadeia Humana pola liberdade das/os presas/os independentistas que terá lugar o día 24 de Julho às 18h na Praça da Galiza (Compostela).

«A Cadeia Humana é por excelência o ato reivindicativo anual no que se exige a repatriaçom das/os independentistas galegas/os presas/os, a suspensom das estratégias de extermínio carcerário e a liberdade de quem se encontram desterradas/os por participarem no processo de liberaçom nacional e social da Galiza.» / Ler comunicado em Diário Liberdade [Ante a repressom espanhola, solidariedade imparável!]