sexta-feira, 20 de abril de 2018

França extraditou a presa política basca Saioa Sanchez

O Estado francês executou ontem a extradição da presa política Saioa Sanchez Iturregi (Berango, Bizkaia), que ficou sob custódia da Polícia espanhola, na sequência de um pedido feito pela Audiência Nacional espanhola. O tribunal de excepção pretende julgá-la no âmbito de um processo judicial ali aberto.

Saioa, que está a cumprir uma pena de 28 anos no Estado francês, será devolvida ao Hexágono após o julgamento em território espanhol, onde o Ministério Público deverá pedir que seja condenada a 15 anos de cadeia, tal como os bilbotarras Bea Etxebarria e Iñigo Zapirain, também envolvidos no mesmo processo. Saioa devia passar hoje pelo tribunal.

Numa nota, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) informa que este julgamento é a repetição do que teve lugar em Setembro de 2015. Então, os três militantes foram condenados, pese embora Bea Etxebarria ter dado conta das torturas sofridas na esquadra. No entanto, o Supremo Tribunal espanhol anulou a sentença e decretou a repetição do julgamento, por entender que não tinha sido investigada a denúncia de torturas de Iñigo Zapirain.

O MpA «não atribuiu qualquer legitimidade para julgar militantes bascos a esse tribunal de excepção nem a nenhuma outra instituição do Estado espanhol» - «e menos ainda quando os julgamentos se baseiam nas torturas aplicadas a militantes bascos pelas forças de ocupação», lê-se no texto.

Ao invés, o MpA exige a «perseguição, detenção e condenação daqueles que levaram a cabo e ordenaram a tortura», sublinhando que «não vai permitir que quem veio fazer a guerra ao nosso povo continue a fazer a apologia da tortura», nestes tempos que são «de criminalização da luta e de justificação do terrorismo de Estado». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Ante las informaciones aparecidas en "Gara" sobre el ataque a Siria»

[De Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria] Este miércoles pasado, 11 de abril, a raíz del ruido militar y mediático que se vive en Siria, nos encontramos con la sección Gara-Mundua del diario GARA. En concreto, con el artículo «Paradojas de una guerra que hace años que mató a la verdad» firmado por Dabid Lazkanoiturburu. En relación a ello, deseamos negar y argumentar diversas afirmaciones aparecidas en dicho artículo. / Ver: lahaine.org ou @SiriarenAlde (cas. / eus.)

«Seguir o chefe, mesmo que se chame Donald Trump»

[De José Goulão] Há que distinguir, porém, entre o cidadão comum, certamente mais dependente da comunicação social que lhe chega sem fazer qualquer esforço, daqueles que têm outros níveis de responsabilidade política e social, como os deputados, os ministros, o primeiro-ministro, o Chefe de Estado.

É lamentável que a maioria dos eleitos da Assembleia da República tenham dado como confirmada a história do suposto ataque químico de Douma, apenas com base na versão dos «Capacetes Brancos», e não se informassem mais pluralmente antes de votar – assumindo como dogma as posições belicistas da NATO e da União Europeia, como seu braço civil.

É confrangedor que o primeiro-ministro António Costa tenha permitido que o Chefe de Estado envolvesse o governo na sua grotesca e submissa declaração de cumplicidade com uma agressão militar ilegal; e que, não contente com isso, tenha adoptado o mesmo tom subserviente na sua própria declaração. (Abril)

Banda Bassotti - «Un Altro Giorno d'Amore»

Tema incluído no álbum homónimo (2001) da banda romana. [Letra aqui] Euskadi! Askatasuna!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Solidariedade com o Donbass em Euskal Herria

Em Ezkerraldea (Bizkaia) está em curso uma recolha solidária de vários materiais para enviar para o Donbass, no Leste da Ucrânia. O material necessário está referido no cartaz, assim como os pontos de entrega. Passa das palavras aos actos e ajuda!
«Gogoratu oraindik hilabete osoan zehar Donbassera bidaltzeko bilketa solidarioa jarraitzen duela. Ez begiratu kartel hau beste bat gehiago izango balitz bezala, eraman ezazu elkartasuna hitzetatik ekintzetara eta LAGUNDU!» (@berrirohemen)

Polícia espanhola prende activista canário por criticar os monarcas espanhóis

A Polícia Nacional espanhola prendeu esta manhã, em Tenerife, o conhecido activista Roberto Mesa, por alegadas injúrias aos Bourbons divulgadas numa rede social.

Roberto Mesa, activista canário a favor do povo saarauí e ligado a outras causas, foi preso esta manhã numa cidade da ilha de Tenerife, sendo depois levado para uma esquadra Polícia espanhola em Santa Cruz de Tenerife, onde um grupo de pessoas de concentrou em seu apoio.

De acordo com a irmã, Sara Mesa, a Polícia entrou no apartamento aos pontapés, tendo levado Roberto Mesa algemado e apreendido o seu computador e telemóvel. A advogada de Mesa, Alicia Múgica, também confirmou estes dados. Na operação de detenção, a Polícia recorreu pelo menos a seis viaturas.

A detenção ocorre na sequência de um processo judicial instaurado pelo Tribunal de Santa Cruz de Tenerife, no âmbito do qual Mesa é acusado de «um crime de ódio» e de «injúrias» pelos comentários que lançou no Facebook por ocasião da visita do rei espanhol às Canárias, em Março.

Montou-se um arraial porque Roberto Mesa terá afirmado «Los borbones a los tiburones» ou «Me cago en la monarquía, en el rey y en todos sus cuerpos represivos». Um arraial como tantos outros no Estado espanhol, para intimidar e silenciar pessoas social e politicamente comprometidas, e incómodas ao capitalismo e ao fascismo em Espanha. / Mais info: aqui, aqui e aqui

«Los Borbones son unos Ladrones»Os boibões são uns ladrões!

Eustakio Mendizabal, «Txikia», 45 anos de lembrança

O mítico militante da ETA, poeta e euskaltzale Eustakio Mendizabal, Txikia, foi morto em Algorta (Getxo, Bizkaia) no dia 19 de Abril de 1973; faz hoje 45 anos. Em Getxo, há nove anos, retiraram o seu nome à praça no local onde tinha falecido. Em Leioa, mudaram o nome à Avenida Txikia. Há poucos anos atrás algumas iniciativas em sua homenagem foram proibidas com o argumento de que se tratava de um militante da ETA.

Contra os que querem apagar o seu nome e a sua memória, deixamos uma passagem escrita pelo próprio Txikia: «Ikastol eta eliz askotan / Atea didate itxi; / Atzerritarrak eta seme askok / Lapur bat antzo ezetsi / Nere izena apaldu arte / Iñoiz ezin dute etsi... / Zer egin diet etsai bezala / Ainbat nazaten gaitzetsi?»  

«Txikia, 1973»Vídeo histórico divulgado pela plataforma anti-repressiva de Uribe Kosta, etengabe (aseh)

Ver tb: «Dezenas de pessoas reivindicaram a memória de Txikia em Algorta (Out. 2016)» (aseh)

«De que se ri Lakeith»

[De António Santos] A comunicação social dominante celebrou o caso com apetites sádicos disfarçados de lição de humildade: seria preciso punir exemplarmente a arrogância de quem assalta uma casa e ainda se ri. Mas Jennifer Bolton, a advogada de Lakeith, contou-me uma versão diferente: «ao contrário do que foi dito, ele não se estava a rir do juiz.

Estava a sorrir porque já sabia o que espera um jovem negro perante um júri cem por cento branco no Alabama. No mês passado, um caso famoso de pedofilia terminou com uma pena de quatro anos. O Lakeith arrombou uma casa quando tinha quinze anos e apanhou 65 anos porque não era uma criança: era, como disse o juiz, “um animal”».

E não é só Lakeith. Nos EUA, todos os anos 250 mil crianças são «julgadas como adultos» por decisão judicial. 84 por cento destas crianças são negras e acabam encarceradas em prisões de adultos. (avante.pt)

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Hala Bedi leva Governo de Lakua a tribunal depois de impor Lei da Mordaça a jornalista

Depois de quase um ano de processo, o Departamento de Segurança do Governo de Lakua [não existe um Governo basco; talvez no futuro] confirmou a sanção contra o jornalista da Hala Bedi Mikel Sáenz de Buruaga, a quem aplicou a Lei da Segurança dos Cidadãos por gravar uma intervenção policial no bairro gasteiztarra de Errekaleor.

A Hala Bedi anunciou que levará o caso «até ao fim», para fazer frente ao que considera «um ataque à liberdade de informação». Um ataque que, segundo denunciam, «se baseia num relatório falso elaborado pela Ertzaintza».

Também criticou duramente a atitude do governo autonómico, por aplicar «uma lei injusta que viola os direitos civis e políticos» e dar «cobertura institucional a uma montagem policial» - e mais ainda tendo em conta que o Parlamento de Gasteiz assumiu o compromisso de não aplicar a lei referida, aprovada pelos fascistas do PP espanhol.

No final do processo administrativo, que classifica como «kafkiano», a Hala Bedi considera que foi gravemente violado o seu direito à defesa, na medida em que foram ignoradas e rejeitadas todas as provas apresentadas, incluindo documentos audiovisuais e depoimentos de testemunhas presenciais que contradizem a versão policial.

Além disso, diversos elementos levam a Hala Bedi a entender que, «efectivamente, se está perante uma montagem policial», construída não no dia dos factos [18 de Maio de 2017], mas posteriormente, como «castigo pelo trabalho jornalístico desenvolvido em Errekaleor» e como «vingança pela denúncia pública» realizada após a agressão sofrida naquele dia.

Governo de Lakua aplica Lei da Mordaça a jornalista da Hala BediMais info: halabedi.eus

«¿Qué es terrorismo? ¿Y tú me lo preguntas?»

[De Borroka Garaia] Ni que decir tiene que los supuestos hechos de Altsasu que se juzgan ahora en ese tribunal de Madrid que se hace llamar audiencia nacional y que no es otra cosa que el tribunal de orden público franquista con otro nombre y los mismos jueces, no tiene nada que ver con terrorismo.
Sino que la palabra terrorismo en un principio fue metida a calzador por el estado español para deslegitimar a la resistencia anti-franquista y después extendida en el tiempo para los y las que no aceptaron la reforma franquista, especialmente para la resistencia vasca.

La doble función que cumple el uso de tal término por una parte sirve para volver irracional cualquier tipo de entendimiento que pueda encauzar una guerra a un final que resuelva un conflicto político que se reniega incluso de su existencia y por otro lado poder elevar indiscriminadamente las consecuencias de las penas y la represión bajo una cobertura falsa, y que éstas puedan ser extendidas a cada vez más sectores sociales. Todo esto tiene unos objetivos políticos claros de dominación.

Así, en Euskal Herria hemos conocido durante décadas periódicos, revistas y webs terroristas, agrupaciones culturales, sociales y políticas terroristas, payasos y grupos de música terroristas, ikastolas, profesores y abogados terroristas, manifestaciones y concentraciones terroristas, sindicalismo terrorista, movimiento popular y juvenil terrorista, instituciones nacionales terroristas, artículos, tweets y textos terroristas… Así se acumulan siglos de prisión, torturas, y cierres o ilegalizaciones.

Y así en el estado español cuando lo han necesitado han aparecido los titiriteros terroristas o los raperos terroristas. Y en Catalunya las protestas terroristas o las rebeliones terroristas. (BorrokaGaraiaDa)

«Hacia dónde va el frente internacional contra Venezuela»

Aunque la VIII Cumbre de las Américas fue controvertida por los múltiples casos de corrupción que apuntan a un sector de la clase política latinoamericana y francamente disminuida en su impacto internacional dada la ausencia del presidente Donald Trump y otra decena de jefes de Estado, sirvió de plataforma para intentar moldear un conjunto de agresiones contra Venezuela en el corto plazo con el objetivo de perturbar las elecciones presidenciales del 20 de mayo. (Misión Verdad)

Eskorbuto - «Mucha policía, poca diversión»

Primeira vez que a banda punk de Santurtzi (Bizkaia) apareceu na TV, em 1983.
via @momotxorroak

terça-feira, 17 de abril de 2018

«Porque son gudaris, ¡amnistía!»

[De MpA] Hoy, 17 de abril, celebramos el Día Internacional de lxs presxs políticxs. A lo largo de todo el mundo podemos encontrar presxs políticxs de distinto carácter: quienes cayeron presxs en la lucha por la libertad nacional de su pueblo, comunistas, anarquistas... Pero por encima de las diferencias, todxs tienen en común el haberse alzado ante una o varias de las barbaridades impuestas por el sistema capitalista.

La existencia de presxs políticxs deja al descubierto la cara más mezquina y repugnante de quienes están al otro lado de la barricada. Se convierten en reflejo de la injusticia y del sufrimiento que puede generar el ser humano, y también de la crueldad, el abuso y la cobardía de quienes les mantienen presxs.

Al mismo tiempo, lxs presxs políticxs sacan a la superficie otras muchas cosas buenas, ya que se convierten en símbolo de lucha, dignidad, generosidad, coraje y compromiso, siendo el fuego que alumbrará el camino a seguir por las nuevas generaciones.

El Movimiento de Liberación Nacional Vasco nació en pleno franquismo, y con él la conciencia que unió la lucha por la independencia nacional y la lucha por el socialismo. Primero la represión del Estado español y después la represión que sumaría el Estado francés, han generado más de 30.000 presxs políticxs en Euskal Herria en los últimos 60 años, teniendo que sumar a estos datos miles de fugadxs y deportadxs que la represión originó. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Solidaridad con los jóvenes de Altsasu y Orereta»

[De Boltxe e Comunistas de Castilla] Desde Boltxe y Comunistas de Castilla queremos mostrar nuestra solidaridad con estos jóvenes vascos, criminalizados por el Estado español, acusados con montajes policiales que demuestran el estado de excepción que vive Euskal Herria a día de hoy.

Exigimos la inmediata puesta en libertad de los jóvenes de Altsasu y Orereta y el fin de los procesos judiciales que no buscan otra cosa que amedrentar a quienes se enfrenten al aparato policial-judicial del Estado español que oprime al Pueblo vasco y niega sus derechos nacionales. / Ver: lahaine.org

«Rússia: não houve ataque químico, mas provocação dos serviços secretos britânicos»

O representante russo na Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Alexander Shulgin, declarou que, se as potências ocidentais têm «um elevado grau de confiança» na sua versão sobre o suposto ataque químico governamental em Douma, a Rússia vai mais além: «tem provas irrefutáveis de que não houve qualquer incidente no dia 7 de Abril em Douma», onde terá existido antes «uma provocação planeada pelos serviços secretos britânicos, eventualmente com a participação dos seus aliados seniores de Washington, com o objectivo de enganar a opinião pública internacional e justificar a agressão contra a Síria». (Abril)

«Para May a "convicção" importa mais que resultados da OPAQ»
«Fizemos o ataque agindo de acordo com os interesses do Reino Unido e não para seguir o presidente Trump», disse a chefe do governo de coligação entre os conservadores e os colonialistas ultradireitistas da Irlanda do Norte, tentando distanciar-se da colagem ao presidente norte-americano de que toda a oposição a acusa. May deixou claro que a sua convicção é mais importante do que os resultados que venham a ser divulgados pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), retomando a tese de que o local do suposto ataque químico está a ser «limpo de provas pelos russos». (Abril)

Ver tb: «Partidos comunistas e progressistas condenam bombardeamento contra a Síria»

DIA DA INDEPENDÊNCIA
A 17 de Abril de 1946, as tropas francesas abandonaram o território sírio. A data é celebrada pelo povo sírio como o dia da sua independência. #chupaMACRON

«El franquismo contra la cultura: la quema de libros en la España más negra (1936–1939)»

[De Francesc Tur] Cuando se habla de quema de libros en el siglo XX, la imagen que suele venir a la retina es la Beberplatz de Berlín el 10 de mayo de 1933, escenario de una gran hoguera en la que ardieron miles de ejemplares de obras consideradas «antialemanas». Ni que decir tiene que, a lo largo de la historia, ha habido muchos otros episodios de fuego purificador, desde el incendio de la biblioteca de Alejandría pasando por la quema de libros de Confucio en China durante la dinastía Qin, o el auto de fe de octubre de 1861 en Barcelona en el que fueron pasto de las llamas 300 volúmenes espiritistas, por citar solo tres de ellos. Menos conocido es el hecho de que, desde el golpe de julio de 1936 hasta el final de la guerra, numerosas piras se encendieron en las ciudades y pueblos de la España nacional en las que ardieron gran número de publicaciones tildadas de «antiespañolas» y «envenenadoras del alma popular». (Movimiento Político de Resistencia)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

«Sobre los juicios de hoy en la Audiencia Nacional española: Boro y lxs jóvenes de Altsasu»

[De MpA] No cabe duda de que España sigue siendo un estado fascista, cárcel de pueblos y trabajadores, y por eso nos reafirmamos en la lucha por la independencia y el socialismo.
[...]
queremos decir sin complejo alguno que no consideramos que la justicia vaya a llegar de juzgar a estxs jóvenes en ningún tribunal, sino de castigar los abusos que los miembros de las fuerzas de ocupación han llevado a cabo durante décadas contra estxs jóvenes y contra todo un pueblo, justicia que también vendrá como consecuencia de la salida de Euskal Herria de dichos cuerpos armados. Fuerzas de ocupación, ¡fuera de aquí! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Milhares de pensionistas em Bilbo pedem a demissão de Rajoy

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos mobilizam-se há mais de três meses, todas as segundas-feiras, em inúmeras cidades do Estado espanhol para protestar contra a subida de 0,25% das pensões, para reivindicar a garantia de um sistema público de pensões e exigir que estas sejam dignas.

Na capital biscainha, as mobilizações convocadas pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, em frente à Câmara Municipal, contam com a participação de cada vez mais gente e a desta segunda-feira foi um exemplo disso.

Milhares de pensionistas abarrotaram as ruas nas imediações do Município para se fazerem ouvir, tendo avisado que, se preciso for, «chegarão a Madrid». / Ver: Ecuador Etxea

«Mais de 300 mil em Barcelona pela liberdade dos líderes independentistas»

Durante a mobilização, que decorreu sob o lema «Pelos direitos e as liberdades, pela democracia e a coesão, queremo-los em casa!», representantes da Espai Democràcia i Convivència leram um manifesto em que expressaram a sua firme defesa dos resultados das eleições autonómicas de 21 de Dezembro na Catalunha, bem como a «defesa unitária das instituições catalãs e do direito dos catalães a decidir o seu futuro», informa a TeleSur. (Abril)

«O imperialismo, fase superior do capitalismo» [Escuela de Cuadros]

A edição n.º 175 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» é dedicada à abordagem deste texto de Lénine, escrito em 1916 e publicado em 1917. Fernando Hugo Azcurra, professor e economista argentino, ajuda a analisar o texto. 

O texto está acessível em marxists.org (pt.).

«Imperialismo, fase superior del capitalismo» [Escuela de Cuadros]As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).

domingo, 15 de abril de 2018

Milhares reclamaram «justiça» para os jovens de Altsasu

Mais de 50 mil pessoas, de acordo com a organização, manifestaram-se este sábado, na capital navarra, para apoiar os oito jovens de Altsasu acusados de um crime de «terrorismo» por causa de uma zagarata num bar com dois guardas civis fora de serviço, ocorrida em meados de Outubro de 2016.

A manifestação, que foi uma das maiores das últimas décadas em Iruñea, teve lugar a dois dias do início do julgamento dos jovens, para quem o Ministério Público pede, no total, 375 anos de prisão.

Recorde-se que, a 14 de Novembro de 2016, a Guarda Civil prendeu vários jovens de Altsasu (Sakana, Nafarroa), na sequência de uma zaragata num bar com dois agentes das forças de ocupação em Euskal Herria, ocorrida um mês antes, na madrugada de 15 para 16 de Outubro de 2016.

Por uma «confusão num bar» com dois pikolos fora de serviço, a juíza Carmen Lamela acusou-os de um «crime de terrorismo» e oito jovens foram incriminados, incorrendo em penas que vão dos 12 anos e meio aos 62 anos e meio de cadeia (para a maioria foram pedidos 50 anos).

Três deles – Oihan Arnanz, Jokin Unamuno e Adur Ramirez de Alda – estão em prisão preventiva há 517 dias.

Manifestação em Iruñea para exigir justiça para os de AltsasuVer: ahotsa.info

Grande adesão ao manifesto #BoroLIBRE

À beira do início do julgamento do jornalista navarro, o manifesto de apoio a Boro LH e ao jornalismo crítico recebeu, até sexta-feira à tarde, o apoio de 100 jornalistas, 27 órgãos de comunicação, 65 organizações políticas e 970 pessoas a título individual.

Quem quiser ainda pode subscrever o manifesto na página https://borolibre.wordpress.com. / Ver: lahaine.org

Textos e declarações sobre a agressão da NATO contra a Síria

Declaração da Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria
Declaração do Comité Central do Partido Comunista Sírio

Vários textos sobre a guerra de agressão imperialista à Síria em AbrilAbril  

Leitura: 
«Siria: concurso de tiro al plato con misiles»
El ataque relámpago de ayer es militarmente inútil. Es sólo una venganza por la derrota que no va a cambiar el equilibrio de fuerzas.

Está destinado para la galería, para el consumo de los medios y la propaganda de guerra. No tuvo ningún resultado operativo, ni ningún impacto sicológico. Fue lo más parecido a un concurso de tiro al plato.
Eso han sido los misiles «inteligentes y bellos» de Trump, que acabarán como piezas de chatarra en el futuro museo de la guerra de Damasco.

La defensa antiaérea siria, que ha sido la única en responder, ha disfrutado de un ejercicio de entrenamiento a escala real absolutamente exitoso: ha destruido las tres cuartas partes de los misiles lanzados.

Si el bombardeo hubiera sido una batalla real, no cabría lugar a dudas de que Siria ha vuelto a ganar. De ahí que las primeras imágenes de Damasco sean las de una población feliz que ondea con orgullo la bandera árabe y el retrato de Bashar Al-Assad. (Movimiento Político de Resistencia

«Um morto e quase mil feridos na terceira semana de protestos em Gaza»

De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, 419 dos 968 palestinos feridos tiveram de ser evacuados para o hospital, sendo que 233 foram vítimas de balas reais e 13 de balas de borracha disparadas pelos soldados israelitas. A maioria sofreu os efeitos da inalação de gás lacrimogéneo.
[…]
O protesto da Grande Marcha do Retorno teve início a 30 de Março, no Dia da Terra Palestina, e deve prolongar-se até dia 15 de Maio – quando se assinala o 70.º aniversário da Nakba (Catástrofe) palestiniana, que se refere à expulsão de mais de 750 mil palestinianos das suas terras, durante a limpeza étnica levada a cabo pelas forças sionistas em 1948, antes e depois da formação do Estado de Israel. (-gaza">Abril)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Manifestação solidária em Iruñea a 2 dias do julgamento dos jovens de Altsasu

Realiza-se amanhã, na capital navarra, entre os Cinemas Golem e a Gaztelu enparantza, uma manifestação, com início previsto para as 17h30, para exigir «justiça» para os oito jovens de Altsasu (Nafarroa) acusados de «terrorismo», na sequência de uma zaragata num bar com dois pikolos, às 5h00 da madrugada. Três dos jovens estão em prisão preventiva há 515 dias, ou seja, há 17 meses.

A 14 de Novembro de 2016, a Guarda Civil prendeu vários jovens da localidade navarra de Altsasu, na sequência de uma zaragata num bar com dois agentes da Benemérita, ocorrida um mês antes, a 15 de Outubro de 2016.

Acusados pela juíza Carmen Lamela de um «crime de terrorismo» – por causa de uma «confusão num bar» –, oito jovens foram incriminados e incorrem em penas que vão dos 12 anos e meio aos 62 anos e meio de cadeia (para a maioria foram pedidos 50 anos).

Oihan, Jokin e Adur há 515 dias na cadeia
Oihan Arnanz, Jokin Unamuno e Adur Ramirez de Alda, três dos jovens de Altsasu incriminados no «bizarro processo», denunciado por múltiplas figuras e entidades, estão em prisão preventiva há 515 dias.

No final de Novembro passado, os seus familiares informaram que o tribunal de excepção espanhol decidiu julgá-los entre 16 e 27 de Abril, depois de lhes ter recusado a liberdade. No final de Janeiro, os pais dos jovens anunciaram a convocação da manifestação de amanhã, em Iruñea, para denunciar o processo judicial e exigir justiça.

Como há muito foi denunciado, trata-se de um ataque contra um povo que, de forma activa, há muito denuncia que a Guarda Civil está a mais em Altsasu, localidade com um dos índices mais elevados de polícia por habitante na Europa. / Ver: aseh

«Impedem Lula de se candidatar porque é a voz do povo brasileiro»

Centenas de pessoas participaram esta quarta-feira, junto à Embaixada do Brasil, em Lisboa, no acto público de protesto «Solidariedade com o povo brasileiro – Pela democracia no Brasil».

A presença da comunidade brasileira na iniciativa foi grande – exibindo faixas e cartazes denunciando que «eleição sem Lula é fraude», e fazendo ouvir palavras de ordem contra o golpe, o fascismo, a Globo.
[...]
Arménio Carlos manifestou a convicção de que «este não é um problema apenas e só do povo brasileiro», mas de todos os povos que «lutam pela liberdade e pela democracia», que «acreditam que há alternativa ao capitalismo», que «lutam todos os dias para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e famílias», que «todos os dias sabem que é necessário, mais do que nunca, continuar a lutar para criar condições para que todos tenham acesso à justiça, à educação, à cultura, ao ensino e, simultaneamente, ao trabalho e ao trabalho com direitos». (Abril)

«Jesús Santrich detido na Colômbia a pedido dos EUA»

Esta notícia constitui mais um dramático alerta sobre a situação do processo de paz na Colômbia. Rejeitado e sabotado pela reacção colombiana, esta não faria o que fez sem o apoio e o incentivo dos EUA, que têm na Colômbia o seu mais importante peão regional, o mais fortemente armado, e aquele cuja classe dominante não hesita perante seja que crime for. A prisão e a ameaça de extradição de Santrich para os EUA constitui mais um violento golpe contra um processo cada vez mais precário. (odiario.info via Abril)

Ver tb: «Huelga de hambre de los presos políticos de las FARC» (MPR)

Etsaiak - «Faxismoaren gerizpa»

Tema da banda de Lekeitio (Bizkaia, EH).